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Sindicato dos auditores estaduais defende concurso público com urgência; último aconteceu em 94

admin -

<span style="font-size:14px;">Representantes do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Tocantins (</span><span style="font-size:14px;">Sindare)</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;se re&uacute;nem na manh&atilde; desta segunda-feira (16), com o Secret&aacute;rio da Administra&ccedil;&atilde;o, Gefferson Oliveira.<br />
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Al&eacute;m de apresentar propostas para a categoria, a reuni&atilde;o visa ainda estreitar la&ccedil;os entre o Governo do Estado e Auditores Fiscais. Para o presidente do Sindicato, Jorge Couto &ldquo;essa rela&ccedil;&atilde;o &eacute; importante tanto para os auditores quanto para a administra&ccedil;&atilde;o, uma vez que s&oacute; assim poder&atilde;o apresentar propostas, discutir os problemas e em parceria e comum acordo encontrar solu&ccedil;&otilde;es plaus&iacute;veis a todos&rdquo;.<br />
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Dentre as diversas demandas que ser&atilde;o apresentadas ao secret&aacute;rio, o sindicato a realiza&ccedil;&atilde;o, com urg&ecirc;ncia, de concurso p&uacute;blico para auditores, com pelo menos 50 vagas. O &uacute;ltimo certame aconteceu em 1994.<br />
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Couto explica que a quantidade reduzida de profissionais faz com que a fiscaliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o abranja a todos. <em>&ldquo;Entra governo, sai governo e a enrola&ccedil;&atilde;o &eacute; a mesma. Antes n&atilde;o se fazia porque alegavam que n&atilde;o havia necessidade, depois era porque n&atilde;o tinha dinheiro, depois porque promoveram, de forma inconstitucional, ressalte-se, mais de 500 agentes, e agora que precisam esperar a ADI 4.214/2009&rdquo;, </em>relatou.<br />
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O presidente ressaltou ainda que n&atilde;o h&aacute; nenhum outro Estado da Federa&ccedil;&atilde;o que ficou tanto tempo sem realizar concurso para auditor.&nbsp; Na pauta ser&aacute; tamb&eacute;m discutida a revis&atilde;o do teto salarial do servidor p&uacute;blico e a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC Estadual da Lei Org&acirc;nica do Fisco, que prev&ecirc; a autonomia financeira e administrativa do Fisco Estadual.&nbsp;<br />
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<em>&ldquo;Queremos ainda debater sobre o reajuste&nbsp; linear nas tabelas de vencimentos do Fisco Estadual, progress&otilde;es e promo&ccedil;&otilde;es. Dai porque se imp&otilde;e que o governo cumpra com o que prometeu diante dos representantes de entidades classistas dos servidores estaduais, na reuni&atilde;o do dia 18 de fevereiro deste ano, e aju&iacute;ze a ADI em face dos malfadados dispositivos dos enquadramentos contidos na Lei 2.8642014&rdquo;</em>, concluiu Couto.</span>

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