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Sindepol diz que determinação do Governo deixa delegacias "vulneráveis" e provocará interrupção total nos serviços

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O Sindicato dos Delegados de Pol&iacute;cia Civil do Tocantins (Sindepol) alertou nesta segunda-feira (16) que as delegacias de todo o Estado&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">se encontram &quot;vulner&aacute;veis&quot; e sem condi&ccedil;&otilde;es do exerc&iacute;cio da fun&ccedil;&atilde;o dos servidores ap&oacute;s a</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;determina&ccedil;&atilde;o do Secret&aacute;rio de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, C&eacute;sar Simoni, para que todos os policiais civis entreguem as armas em um prazo de 24 horas.<br />
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Conforme o Sindicato, a partir de hoje (16), pela manh&atilde;, todos os servi&ccedil;os essenciais, como flagrantes, que estavam sendo cumpridos mesmo com o movimento grevista da Pol&iacute;cia Civil, encontra-se prejudicados, sem nenhuma condi&ccedil;&atilde;o de serem executados. &quot;<em>Sem agentes, armas, muni&ccedil;&otilde;es e algemas, os delegados de Pol&iacute;cia est&atilde;o de m&atilde;os atadas, sem condi&ccedil;&atilde;o de garantir a seguran&ccedil;a da delegacia, muito menos da popula&ccedil;&atilde;o&quot;</em>, disse o Sindepol .<br />
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A l&iacute;der sindical, Cinthia Paula de Lima, salientou que a decis&atilde;o do secret&aacute;rio foi tomanda sem ao menos notificar os delegados, muito menos informar como ficaria a situa&ccedil;&atilde;o das delegacias a partir da entrega de armas dos Policiais Civis. Explicou ainda que tentou entrar em contato com o Secret&aacute;rio hoje pela manh&atilde;, para que ele direcione como ser&aacute; feito o trabalho dos delegados de policia nessa situa&ccedil;&atilde;o.<br />
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<em>&ldquo;A delegacia est&aacute; totalmente sem seguran&ccedil;a, &agrave;s drogas que j&aacute; foram apreendidas, bem como armas, est&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o vulner&aacute;vel. N&atilde;o temos algemas, nem armas, muito menos agentes e escriv&atilde;es para executar o servi&ccedil;o. N&atilde;o conseguimos nem garantir a seguran&ccedil;a da delegacia. Estamos aguardando uma posi&ccedil;&atilde;o do Secret&aacute;rio&rdquo;</em>, explicou a Presidente.&nbsp;<br />
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O Delegado que est&aacute; de plant&atilde;o na primeira DP de Palmas, Jos&eacute; In&aacute;cio, ressaltou que os delegados n&atilde;o foram notificados pela Secret&aacute;ria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica sobre como agir a partir da determina&ccedil;&atilde;o feita por ele. <em>&ldquo;N&atilde;o podemos nem falar em seguran&ccedil;a. Com as entregas das armas dos agentes, n&atilde;o tem como receber presos nas delegacias, nem fazer flagrantes, ou seja, estamos sem condi&ccedil;&otilde;es de trabalhar, pois n&atilde;o h&aacute; como garantir a seguran&ccedil;a dos presos nem na delegacia&rdquo;</em> afirmou o Delegado de Pol&iacute;cia.<br />
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<u><strong>Entrega das armas</strong></u></span><br />
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<span style="font-size:14px;">Os policiais civis da Capital e do inteior realizam durante toda esta segunda-feira, 16, a entrega de armas, muni&ccedil;&otilde;es e acess&oacute;rios na Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. A a&ccedil;&atilde;o visa cumprir a determina&ccedil;&atilde;o do governo do Estado. Conforme o sindicato da categoria, o Sinpol, at&eacute; as 10 horas, aproximadamente 300 profissionais j&aacute; haviam entregado os equipamentos de trabalho.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">O Sindicato ainda esclareceu que, desarmados, os policiais civis grevitas n&atilde;o t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es de manter os 30% dos servi&ccedil;os essenciais, como regulamenta a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal</span>

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