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Desarmados, policiais impedem entrada de drogas e celulares na CPP de Guaraí; "constrangedor", diz Sinpol

admin -

<span style="font-size:14px;">Em greve desde o dia 25 de fevereiro e agora desarmados por determina&ccedil;&atilde;o do governador Marcelo Miranda, policiais civis impediram o ingresso de drogas e celulares na Casa de Pris&atilde;o Provis&oacute;ria de Guara&iacute;,</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;na noite de segunda-feira, 16 de mar&ccedil;o</span><span style="font-size:14px;">.<br />
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Segundo a dire&ccedil;&atilde;o da CPP de Guara&iacute;, os policiais, mesmo sem armas, equipamentos e colocando em risco a pr&oacute;pria vida, interceptaram uma trouxa feita de peda&ccedil;os de pano com 300 gramas de maconha, tr&ecirc;s aparelhos celulares e dois carregadores. Os objetos foram abandonados por uma pessoa n&atilde;o identificada, que estaria tentando jog&aacute;-los por cima do muro da unidade.<br />
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<em>&ldquo;A situa&ccedil;&atilde;o j&aacute; &eacute; constrangedora. Esse ato dos colegas foi heroico. Correram risco imenso&rdquo;</em>, ressaltou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins, Moisemar Marinho. Diferentemente de Palmas, policiais militares n&atilde;o foram designados para cuidar da CPP de Guara&iacute;.<br />
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Os policiais entraram em greve ap&oacute;s aguardar, e n&atilde;o receber, uma proposta sequer da administra&ccedil;&atilde;o estadual para o cumprimento da lei 2.851/2014, que teve seus efeitos suspensos por decreto do governador Marcelo Miranda.<br />
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A lei regulamenta conquista hist&oacute;rica dos policiais civis, com o alinhamento da carreira de cerca de 1,3 profissionais. O alinhamento foi promovido pelo pr&oacute;prio governador Marcelo Miranda em 2007, na sua pen&uacute;ltima gest&atilde;o.<br />
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Por&eacute;m, s&oacute; foi regulamenta&ccedil;&atilde;o da conquista se arrastou por todos os governos seguintes e s&oacute; veio a ocorrer em abril do ano passado, para ter efeitos financeiros parcelados em quatro vezes a partir de 2015.<br />
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A parcela de 2015 do alinhamento corresponde a apenas 1% da folha de pagamento do Estado e n&atilde;o ultrapassa mensalmente o percentual de 21% do que o Estado tem para gastar com o pagamento de sal&aacute;rios de cargos comissionados.</span>

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