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Comando de greve propõe alinhamento para 2016

admin -

<span style="font-size:14px;">O comando de greve da Pol&iacute;cia Civil protocolou, no final da manh&atilde; desta sexta-feira, 20 de mar&ccedil;o, no Pal&aacute;cio Araguaia, uma contraproposta ao governo do Estado como alternativa ao que foi oferecido pela administra&ccedil;&atilde;o estadual.<br />
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Pela contraproposta do comando de greve, o governo do Estado s&oacute; precisaria incorporar o alinhamento da carreira dos policiais civis em janeiro de 2016, j&aacute; com a tabela prevista para o ano que vem. Em contrapartida, o governo estadual emitiria t&iacute;tulos p&uacute;blicos que pudessem ser descontados pelos policiais em um banco conveniado com o Estado. Esses t&iacute;tulos teriam o valor total do alinhamento de 2015 e ficaria a cargo do Estado fazer esse conv&ecirc;nio com o banco.<br />
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O policial que n&atilde;o quisesse pagar as taxas ao banco para receber o montante do alinhamento de 2015 de uma s&oacute; vez neste ano ter&aacute; a op&ccedil;&atilde;o de receber retroativamente o dinheiro do pr&oacute;prio governo, em 36 parcelas, com a primeira sendo paga em janeiro de 2016.<br />
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Al&eacute;m disso, o governo retira a a&ccedil;&atilde;o na Justi&ccedil;a que contesta a greve e se compromete a n&atilde;o descontar o ponto dos policiais grevistas.<br />
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O comando de greve destaca que essa contraproposta &eacute; vi&aacute;vel e n&atilde;o compromete os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal do governo do Estado. &ldquo;Elaboramos essa contraproposta com toda a responsabilidade e ainda levando em conta a dificuldade alegada pelo governo do Estado&rdquo;, destacou o presidente do Sinpol-TO (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins), Moisemar Marinho.<br />
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Os policiais civis do Tocantins est&atilde;o em greve desde o dia 25 de fevereiro. O movimento paredista cobra o cumprimento da lei 2.851/2014, que faz o alinhamento da carreira dos policiais deixando apenas o n&iacute;vel superior na corpora&ccedil;&atilde;o.<br />
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A lei, resultado de oito anos de luta e negocia&ccedil;&atilde;o dos policiais com o governo do Estado, teve seus efeitos financeiros suspensos por um decreto do governador Marcelo Miranda. O alinhamento havia sido concedido aos policiais em 2007, na pen&uacute;ltima gest&atilde;o do governador Marcelo Miranda. Por&eacute;m, a regulamenta&ccedil;&atilde;o se arrastou por v&aacute;rios governos e s&oacute; ocorreu em abril do ano passado, para ter efeitos financeiros parcelados em quatro anos a partir de janeiro de 2015.</span>

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