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Negociação entre Governo e PC fracassa e greve continua

admin -

<span style="font-size:14px;">Os policiais civis do Tocantins decidiram manter a greve geral da categoria iniciada no dia 25 de fevereiro. A decis&atilde;o, praticamente un&acirc;nime, levou em conta a falta de resposta do governo Estado &agrave; contraproposta protocolada pelo comando de greve no final da manh&atilde; desta sexta-feira.<br />
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A assembleia geral contou com cerca de mil policiais e ocorreu em Palmas, na quadra esportiva da sede do Sinpol-TO (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins)</span><span style="font-size:14px;">, e terminou no in&iacute;cio da noite desta sexta-feira (20).</span><br />
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<span style="font-size:14px;">A assembleia tamb&eacute;m decidiu rejeitar a proposta do governo apresentada em reuni&atilde;o na noite de quarta-feira, 18, com o Sinpol, Defensoria P&uacute;blica e MPE (Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual). (<em><a href="http://www.afnoticias.com.br/noticia-8281-governo-assina-quot-protocolo-de-intencoes-quot-e-policiais-decidem-hoje-sobre-fim-da-greve-priorida.html" target="_blank">Confira aqui a proposta do governo</a></em>)<br />
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Por outro lado, a assembleia decidiu que, se o governo do Estado aceitar a contraproposta do comando de greve, os policiais voltam ao trabalho imediatamente e a greve estar&aacute; encerrada.<br />
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<u><strong>Contraproposta</strong></u><br />
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Na contraproposta do comando de greve, o governo do Estado s&oacute; precisar&aacute; incorporar o alinhamento da carreira dos policiais civis em janeiro de 2016, j&aacute; com a tabela prevista para o ano que vem. Em contrapartida, o governo estadual emitiria t&iacute;tulos p&uacute;blicos que pudessem ser descontados pelos policiais em um banco conveniado com o Estado. Esses t&iacute;tulos teriam o valor total do alinhamento de 2015 e ficaria a cargo do Estado fazer esse conv&ecirc;nio com o banco.<br />
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O policial que n&atilde;o quisesse pagar as taxas ao banco para receber o montante do alinhamento de 2015 de uma s&oacute; vez neste ano ter&aacute; a op&ccedil;&atilde;o de receber retroativamente o dinheiro do pr&oacute;prio governo, em 36 parcelas, com a primeira sendo paga em janeiro de 2016.<br />
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Al&eacute;m disso, o governo se comprometeria a retirar a a&ccedil;&atilde;o na Justi&ccedil;a que contesta a greve e se comprometendo tamb&eacute;m a n&atilde;o descontar o ponto dos policiais grevistas.<br />
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<em>&ldquo;Levamos em conta as dificuldades do governo nessa nossa contraproposta. Ela &eacute; respaldada por toda a nossa categoria. Se o governo quiser mesmo encerrar a greve, basta aceit&aacute;-la&rdquo;</em>, destacou o presidente do Sinpol-TO, Moisemar Marinho.<br />
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<u><strong>Greve</strong></u><br />
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Os policiais civis do Tocantins est&atilde;o em greve desde o dia 25 de fevereiro. O movimento paredista cobra o cumprimento da lei 2.851/2014, que faz o alinhamento da carreira dos policiais deixando apenas o n&iacute;vel superior na corpora&ccedil;&atilde;o.<br />
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A lei, resultado de oito anos de luta e negocia&ccedil;&atilde;o dos policiais com o governo do Estado, teve seus efeitos financeiros suspensos por um decreto do governador Marcelo Miranda. O alinhamento havia sido concedido aos policiais em 2007, na pen&uacute;ltima gest&atilde;o do governador Marcelo Miranda. Por&eacute;m, a regulamenta&ccedil;&atilde;o se arrastou por v&aacute;rios governos e s&oacute; ocorreu em abril de 2014, para ter efeitos financeiros parcelados em quatro anos a partir de janeiro de 2015.</span>

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