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SSP diz que movimento perde força; Sindicato rebate: "mentiras não vão acabar com a greve"

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O comando de greve da Pol&iacute;cia Civil questionou a informa&ccedil;&atilde;o da Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica (SSP) de que o movimento perdeu for&ccedil;a e parte dos policiais come&ccedil;aram a retornar ao trabalho. A SSP disse que recebeu v&aacute;rios comunicados de retorno dos policiais &agrave;s suas atividades e deve divulgar nesta quinta-feira, 26, um balan&ccedil;o da situa&ccedil;&atilde;o.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">J&aacute; o comando de greve assegurou que os policiais de todo o Tocantins continuam firme na greve iniciada em 25 de fevereiro. <em>&quot;Diferentemente do que a Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica informou &agrave; imprensa, a mobiliza&ccedil;&atilde;o no movimento paredista &eacute; total&quot;,</em> disse o Sindicato.</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><em>&ldquo;A nossa greve segue firme e forte. N&atilde;o houve qualquer delibera&ccedil;&atilde;o contr&aacute;ria e na &uacute;ltima assembleia geral a decis&atilde;o de manter a greve enquanto n&atilde;o houver uma proposta concreta do Estado foi geral</em>&rdquo;, explicou o presidente do Sinpol-TO, Moisemar Marinho.<br />
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Com a continuidade da greve, os servi&ccedil;os dentro das penitenci&aacute;rias, nas delegacias, institutos de identifica&ccedil;&atilde;o, investiga&ccedil;&otilde;es e outros continuam sem serem realizados. <em>&ldquo;Para conferir que a greve continua firme e forte basta ir aos locais onde a Pol&iacute;cia Civil trabalha. N&atilde;o s&atilde;o mentiras que v&atilde;o acabar com a greve&rdquo;</em>, destacou o presidente Moisemar Marinho.<br />
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Nesta quinta-feira, os policiais civis enviaram ao comando de greve fotos das mobiliza&ccedil;&otilde;es de v&aacute;rias cidades do Estado.</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><u><strong>SSP completa</strong></u><br />
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Para a Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, o sentimento entre os policiais civis &eacute; o de que a categoria deve retornar ao tabalho at&eacute; que o governo do Estado tenha condi&ccedil;&otilde;es financeiras de realizar o pagamento do alinhamento salarial dos policiais com os de n&iacute;vel superior, principal reivindica&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.<br />
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O Governo do Estado confirmou que deve cortar o ponto dos grevistas, possivelmente a partir do dia 3 de mar&ccedil;o, data em que a desembargadora Maysa Vendramini Rolsal, do Tribunal de Justi&ccedil;a do Estado, decidiu que a greve era ilegal e imp&ocirc;s multa, atualizada para o teto de R$ 2 milh&otilde;es, ao Sindicato dos Policiais Civis do estado (Sinpol) se a categoria n&atilde;o retornasse ao trabalho.</span><br />

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