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Fies passa a exigir média mínima no Enem de 450 pontos; candidato também não pode zerar redação

admin -

<span style="font-size:14px;">A partir desta segunda-feira (30), o estudante que tiver m&eacute;dia inferior a 450 pontos nas provas do Exame Nacional do Ensino M&eacute;dio (Enem) n&atilde;o poder&aacute; se inscrever para uma bolsa do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Al&eacute;m da m&eacute;dia m&iacute;nima, o candidato n&atilde;o pode ter nota zero na reda&ccedil;&atilde;o. As inscri&ccedil;&otilde;es v&atilde;o at&eacute; o dia 30 de abril.<br />
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Em fevereiro, foram abertas as inscri&ccedil;&otilde;es para novas ades&otilde;es ao Fies, mas sem a obrigatoriedade da nota m&iacute;nima. Era preciso apenas ter feito o Enem para solicitar o financiamento. N&atilde;o est&atilde;o sujeitos a essa regra os professores do quadro permanente da rede p&uacute;blica matriculados em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia.<br />
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A regra de exigir a m&eacute;dia m&iacute;nima no Enem foi estabelecida em portaria do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, publicada em dezembro de 2014, e gerou descontentamento de estudantes e representantes de institui&ccedil;&otilde;es privadas de ensino superior. Institui&ccedil;&otilde;es estimam que a mudan&ccedil;a reduzir&aacute; em pelo menos 20% o n&uacute;mero de contratos do Fies.<br />
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A estudante Kamila Monteiro, de 18 anos, obteve m&eacute;dia de 426 pontos no Enem e conseguiu o contrato do Fies antes da aplica&ccedil;&atilde;o da nova regra. Ela avalia que os estudantes de escola p&uacute;blica como ela ser&atilde;o prejudicados com a mudan&ccedil;a.<br />
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<em>&ldquo;Dizem que &eacute; para melhorar a qualidade do ensino, mas quem est&aacute; em escola p&uacute;blica tem dificuldade para fazer a prova do Enem. Ent&atilde;o, &eacute; preciso come&ccedil;ar melhorando a qualidade do ensino m&eacute;dio e n&atilde;o dificultar a entrada no ensino superior&rdquo;</em>, diz Kamila, que vai cursar psicologia em uma institui&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Paulo.<br />
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O Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o descarta a possibilidade de abrir m&atilde;o da exig&ecirc;ncia. Segundo a pasta, a mudan&ccedil;a foi feita em prol da qualidade do ensino superior e o di&aacute;logo com as entidades &eacute; permanente.<br />
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O Fies financia de 50% a 100% das mensalidades, dependendo da renda familiar mensal bruta. &Eacute; destinado a alunos matriculados em cursos superiores presenciais n&atilde;o gratuitos, oferecidos por institui&ccedil;&otilde;es cadastradas no programa e que tenham obtido resultados positivos nas avalia&ccedil;&otilde;es do Sistema Nacional de Avalia&ccedil;&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o Superior.<br />
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Entre as mudan&ccedil;as feitas pelo minist&eacute;rio no Fies est&atilde;o tamb&eacute;m a altera&ccedil;&atilde;o de 12 para oito no n&uacute;mero de parcelas de repasse de recursos para as institui&ccedil;&otilde;es privadas e percentual m&aacute;ximo de reajuste para mensalidades no caso de aditamentos de contratos. (Ag&ecirc;ncia Brasil)</span>

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