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Confiança do empresário da Capital já caiu 31,8 pontos em relação a 2014 e entra na "zona negativa" em âmbito nacional

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<span style="font-size:14px;">A confian&ccedil;a do empres&aacute;rio do com&eacute;rcio em Palmas continua em queda e segundo a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC), entrou na zona negativa em &acirc;mbito nacional. O &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Empres&aacute;rio do Com&eacute;rcio (ICEC) de mar&ccedil;o, pesquisa que mede esse &iacute;ndice na Capital apontou em mar&ccedil;o 90,8 pontos contra 99 pontos em fevereiro &uacute;ltimo, resultando numa queda de 8,2 pontos de um m&ecirc;s para o outro. Na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado, quando mar&ccedil;o de 2014 registrou 122,6 pontos, a queda &eacute; de 31,8 pontos.<br />
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Com rela&ccedil;&atilde;o ao cen&aacute;rio da atual economia brasileira, 62,4% dos entrevistados afirmaram que piorou muito e 27,3% que piorou pouco. Quanto aos otimistas, apenas 1,4% disseram que melhorou muito, enquanto 8,9% registraram uma melhora pouca.<br />
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Quanto a condi&ccedil;&atilde;o do setor do com&eacute;rcio, 41,7% afirmaram que o quadro piorou muito, e 34,8% que piorou pouco. Sobre os que preveem melhoras, 16,9% disseram que houve uma pequena melhora, e apenas 6,5% que afirmaram que melhorou muito.<br />
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No quesito condi&ccedil;&atilde;o atual da empresa, 34,4% afirmaram que piorou pouco e 26,2% que piorou muito. Na outra ponta, a dos positivos, 26,2% disseram que melhorou pouco e 13,2% que melhorou muito. Quanto &agrave; expectativa sobre a economia brasileira, 25,9% disseram que piorou pouco, 24,5% afirmaram que piorou muito. No outro lado, o dos otimistas, 27,8% disseram que houve pouca melhora e 21,9% que melhorou muito.<br />
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Na expectativa para o com&eacute;rcio, a pesquisa revela que o empres&aacute;rio palmense continua otimista apesar do quadro recessivo nacional. A maioria continua confiante. Enquanto 34,8% afirmaram que vai melhorar muito, 32,4% disseram que vai melhorar pouco. No outro lado, 19,4% registraram que vai piorar pouco e, 13,4% que vai piorar muito.<br />
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Quanto a expectativa de contrata&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios, o quadro continua desolador. Dos entrevistados, 47,4% afirmaram que ir&atilde;o reduzir um pouco seus quadros, 10,2% que ir&atilde;o reduzir muito, contra 35% dos que defendem a necessidade de aumentar um pouco esse quantitativo e 7,5% que ir&atilde;o aumentar muito.<br />
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Atuando como um indicador antecedente de vendas do com&eacute;rcio, do ponto de vista dos empres&aacute;rios comerciais, essa pesquisa &eacute; uma realiza&ccedil;&atilde;o da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC) em parceria com a Fecom&eacute;rcio Tocantins. E foi realizada nos &uacute;ltimos 10 dias do m&ecirc;s de fevereiro deste ano. Esse recorte levou em conta o &iacute;ndice geral, ou seja, os n&uacute;meros das empresas que possuem at&eacute; 50 funcion&aacute;rios e as com mais de 50 empregados e, no total, 120 empresas foram consultadas, todas localizadas na Capital.</span>

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