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Policiais civis encerram greve após 41 dias de paralização

admin -

<span style="font-size:14px;">Os policiais civis do Tocantins encerraram, em assembleia geral realizada nesta segunda-feira, na sede do Sinpol-TO (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins), 6 de abril, a greve geral da categoria iniciada em 25 de fevereiro. A decis&atilde;o de encerrar a greve se deu por unanimidade. Agora, os policiais voltam a trabalhar assim que receberam as suas armas do governo do Estado.<br />
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Para encerrar a greve, os policiais aceitaram o pr&eacute;-acordo proposto pelo governo do Estado, com a implementa&ccedil;&atilde;o do alinhamento salarial previsto pela lei 2.851 no in&iacute;cio de 2016. Em rela&ccedil;&atilde;o aos valores referentes &agrave; primeira parcela do alinhamento, que deveria ter sido incorporado neste ano, o Sinpol e governo do Estado v&atilde;o negociar e, nos pr&oacute;ximos 20 dias, as duas partes devem ter uma proposta finalizada. Na pr&oacute;xima quarta-feira, 08 de abril, ocorrer&aacute; uma reuni&atilde;o entre Sinpol e governo para iniciar o debate do tema.<br />
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No pr&eacute;-acordo, tamb&eacute;m est&aacute; acertado que n&atilde;o haver&aacute; puni&ccedil;&otilde;es aos policiais grevistas.<br />
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O encerramento da greve tamb&eacute;m foi um voto de confian&ccedil;a a primeira-dama e deputada federal Dulce Miranda. A congressista come&ccedil;ou, h&aacute; duas semanas, a intermediar as negocia&ccedil;&otilde;es entre governo e sindicato e pediu que os policiais confiassem nela e no governo.<em> &ldquo;A intermedia&ccedil;&atilde;o da deputada foi fundamental para que pud&eacute;ssemos chegar a um acordo. Ela ajudou que o governo estipulasse um prazo para a nossa conquista, que era a nossa maior reivindica&ccedil;&atilde;o&rdquo;</em>, destacou o presidente do Sinpol, Moisemar Marinho.<br />
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<u><strong>Greve</strong></u><br />
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Iniciada em 25 de fevereiro, a greve da Pol&iacute;cia Civil foi um movimento para reivindicar o cumprimento da lei n.&ordm; 2.851/2014, que teve seus efeitos suspensos por decreto do governador Marcelo Miranda. A lei, conquista hist&oacute;rica da categoria, faz o alinhamento da carreira de cerca de 1,3 mil policiais civis, deixando apenas um n&iacute;vel na corpora&ccedil;&atilde;o.</span>

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