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Adultos também devem ficar atentos com vacinas complementares para garantir imunidade

admin -

<span style="font-size:14px;">Manter a carteira de vacina&ccedil;&atilde;o em dia parece preocupa&ccedil;&atilde;o de pai com os filhos na inf&acirc;ncia, mas esse cuidado com a sa&uacute;de deve continuar durante toda a vida, &eacute; o que orienta o setor de Imuniza&ccedil;&atilde;o da Secretaria de Estado da Sa&uacute;de (Sesau). De acordo com a enfermeira Greicy Rivello, na fase adulta, as vacinas complementares s&atilde;o fundamentais para garantir a imunidade.<br />
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<em>&ldquo;Todo adulto tem que tomar antitet&acirc;nica, a vacina da hepatite B, febre amarela, tr&iacute;plice viral e influenza. Algumas vacinas t&ecirc;m esquemas mais longos, como a Hepatite antitet&acirc;nica, que s&atilde;o tr&ecirc;s doses. Muitas vezes, esses adultos iniciam o esquema e n&atilde;o concluem, e por isso n&atilde;o t&ecirc;m a imuniza&ccedil;&atilde;o garantida&rdquo;</em>, ressaltou a enfermeira ao apontar que o p&uacute;blico adulto &eacute; um dos mais dif&iacute;ceis de ser alcan&ccedil;ado.<br />
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Ainda de acordo com Greicy Rivello, as vacinas s&atilde;o oferecidas gratuitamente pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) e manter a carteira de vacina&ccedil;&atilde;o em dia &eacute; de fundamental import&acirc;ncia. &ldquo;Essa &eacute; a forma de manter algumas doen&ccedil;as imunes e preven&iacute;veis sobre controle. Sabemos que muitas crian&ccedil;as e adultos morriam no passado, por conta de algumas doen&ccedil;as, que hoje s&atilde;o evitadas pela vacina, ent&atilde;o n&atilde;o justifica que as pessoas adultas n&atilde;o busquem manter sua carteira em dia&rdquo;, alertou.<br />
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<u><strong>Atua&ccedil;&atilde;o</strong></u><br />
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Com campanhas e a articula&ccedil;&atilde;o junto &agrave;s equipes da Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia e agentes comunit&aacute;rios, o Estado do Tocantins sensibiliza a popula&ccedil;&atilde;o dos 139 munic&iacute;pios a buscarem uma das salas de vacina&ccedil;&atilde;o. De acordo com a Coordena&ccedil;&atilde;o Estadual de Imuniza&ccedil;&atilde;o, existe de uma a mais de vinte salas em cada munic&iacute;pio tocantinense.<br />
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Atualmente, a vacina&ccedil;&atilde;o &eacute; o procedimento que possibilita maior impacto na redu&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as e morte. No calend&aacute;rio b&aacute;sico de imuniza&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, s&atilde;o fornecidas 14 doses de vacinas para as diferentes faixas et&aacute;rias, que s&atilde;o encontradas em todas as Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de do Tocantins.<br />
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Para alcan&ccedil;ar um maior n&uacute;mero de pessoas imunizadas no Estado, algumas estrat&eacute;gias s&atilde;o adotadas pela Coordena&ccedil;&atilde;o Estadual de Imuniza&ccedil;&atilde;o. <em>&ldquo;Hoje temos a central de distribui&ccedil;&atilde;o de vacinas aqui em Palmas, que distribui a vacina para os munic&iacute;pios das regi&otilde;es sul e sudeste e temos um polo de imuniza&ccedil;&atilde;o em Aragua&iacute;na, onde uma vez por m&ecirc;s levamos as vacinas para serem distribu&iacute;das para os munic&iacute;pios da regi&atilde;o norte&rdquo;</em>, apontou a enfermeira ao ressaltar que os profissionais tamb&eacute;m participam de capacita&ccedil;&otilde;es realizadas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Sa&uacute;de.<br />
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<u><strong>Calend&aacute;rio de Vacina&ccedil;&atilde;o</strong></u><br />
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Logo nas primeiras horas de vida, o beb&ecirc; come&ccedil;a o seu calend&aacute;rio de vacina&ccedil;&atilde;o, com a vacina BCG para os que nascem com mais de dois quilos e a vacina contra a hepatite B, que tem a sua segunda dose administrada no primeiro m&ecirc;s.<br />
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A vacina&ccedil;&atilde;o segue em atualiza&ccedil;&atilde;o ao longo de toda a vida. A vacina dupla/adulto – contra t&eacute;tano e difteria, por exemplo, &eacute; recomendada a cada 10 anos.</span>

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