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Sintet não concorda com reajuste de 6,23% aos professores e denuncia supostas "retaliações"; PL é retirado de pauta

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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O projeto de lei que reajusta o sal&aacute;rio dos profissionais do magist&eacute;rio de Aragua&iacute;na (TO) foi retirado de pauta durante a sess&atilde;o da &uacute;ltima segunda-feira (6) na C&acirc;mara Municipal, a pedido do Sindicato dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o do Tocantins (Sintet), que n&atilde;o concordou com o percentual de 6,23%. A lei tamb&eacute;m fixa o sal&aacute;rio base do cargo de professor n&iacute;vel I em R$ 1.917,78 (mesmo valor do piso nacional dos professores).<br />
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Conforme o presidente regional do Sintet, Jesul&ecirc; Guida, IPCA mediu a infla&ccedil;&atilde;o em 6,23%, mas o Sindicato fez uma proposta de 13% que corresponde ao reajuste nacional do piso, por entender que em 2013 e 2014 a Prefeitura n&atilde;o pagou o piso, criando, segundo ele, uma &quot;defasagem salarial&quot;. <em>&ldquo;Essa seria uma forma de compensar. Aceitamos os 6,23%, mas em of&iacute;cio deixamos claro que o Sintet n&atilde;o abre m&atilde;o dos 13%&rdquo;</em>, disse.<br />
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O Sindicato pede ainda que a lei do piso seja cumprida de &quot;forma integral&quot;, concedendo reajuste igualit&aacute;rio a todos os n&iacute;veis.&nbsp; Pela proposta, apenas os professores com n&iacute;vel m&eacute;dio ter&atilde;o o reajuste de 13%, j&aacute; aos demais, com n&iacute;vel superior, o reajuste ser&aacute; de 6,23%.<br />
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<em>&#39;Mandou uma uma lei concedendo os 13% para quatro professores que tem ensino m&eacute;dio e 6,23% para os demais. Ele </em>[prefeito]<em> alega que o reajuste do piso deve ser pago apenas para os professores de n&iacute;vel m&eacute;dio, mas a lei diz que &eacute; a para a carreira. Deve ser pago ao professor de n&iacute;vel m&eacute;dio e estender at&eacute; o final de carreira como efeito cascata </em>[aos professores com n&iacute;vel superior]<em>. Ele </em>[prefeito]<em> mandou uma lei totalmente o contr&aacute;rio. Isso discordamos. Ou paga os 6,23% para todo mundo ou os 13%. Inclusive entregamos um of&iacute;cio na m&atilde;o dele informando que vamos buscar o<br />
restante na justi&ccedil;a. Est&aacute; ferindo a isonomia&quot;</em>, criticou Jesul&ecirc; Guida.<br />
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<u><strong>Sindicato estaria sofrendo retalia&ccedil;&otilde;es</strong></u><br />
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O l&iacute;der sindical denunciou que o sindicato estaria sofrendo retalia&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s o Conselho Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o [onde maioria dos membros &eacute; indicado pelo Sintet] rejeitar integralmente as contas da Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o.<br />
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<em>&quot;Por maioria os conselheiros rejeitaram a presta&ccedil;&atilde;o de contas e, no outro dia, atrav&eacute;s de oficio, o secret&aacute;rio Oliveira suspendeu arbitrariamente a disposi&ccedil;&atilde;o do pessoal ao sindicato. Pior ainda: mandou of&iacute;cio ao Conselho solicitando o voto individual de cada conselheiro. Entendemos que &eacute; uma ditadura&quot;</em>, disparou Jesul&ecirc;.<br />
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Segundo o l&iacute;der sindical, a legisla&ccedil;&atilde;o assegura a disponibilidade de diretores sindicalistas e conselheiros. &quot;<em>Desde que criamos o sindicato nenhum prefeito deixou de liberar os diretores para ficarem a servi&ccedil;o do sindicato&quot;</em>, ressaltou.<br />
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Sobre a rejei&ccedil;&atilde;o das contas da educa&ccedil;&atilde;o, Jesul&ecirc; disse que &quot;tem coisas absurdas na presta&ccedil;&atilde;o de contas&rdquo;, sem, no entanto, mencion&aacute;-las. <em>&ldquo;S&oacute; a sociedade olhando&rdquo;</em>, finalizou.</span>

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