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Defesa Civil visita áreas invadidas; fiscalização é intensificada para coibir "mercado de invasões"

admin -

<span style="font-size:14px;">Uma equipe da Defesa Civil de Aragua&iacute;na e uma assistente social est&atilde;o visitando moradores de &aacute;reas invadidas pr&oacute;ximo &agrave;s &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental (APP) e de risco para realizar os cadastros habitacionais do Programa &ldquo;Casa Para Quem Precisa&rdquo;. Na manh&atilde; da &uacute;ltima sexta-feira (10), a equipe esteve na Rua Medeiros Carvalho, pr&oacute;ximo ao C&oacute;rrego Baixa Funda, para fazer um levantamento dos ocupantes irregulares dos terrenos.<br />
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A Defesa Civil estima que haja pelo menos seis fam&iacute;lias na &aacute;rea, orientadas a realizar o preenchimento dos cadastros habitacionais e deixar os locais. &ldquo;<em>As dificuldades de moradia s&atilde;o grandes, a demanda cresce a cada dia e muitas pessoas comercializam &aacute;reas indevidas&rdquo;</em>, explicou a assistente social Silv&acirc;nia Bessa.<br />
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Ap&oacute;s as visitas, a Procuradoria do Munic&iacute;pio envia um relat&oacute;rio ao Poder Judici&aacute;rio para determine a desocupa&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea. <em>&ldquo;Ap&oacute;s o resultado da medida judicial, fazemos a reintegra&ccedil;&atilde;o e inserimos os moradores cadastrados no programa para os conjuntos habitacionais da Prefeitura&rdquo;</em>, afirmou Ricardo Isa&iacute;as, membro da Defesa Civil.<br />
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<u><strong>Fiscaliza&ccedil;&otilde;es</strong></u><br />
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Na &uacute;ltima semana, a Defesa Civil e o Departamento Municipal de Posturas e Edifica&ccedil;&otilde;es (Demupe) fizeram a retirada de barracos constru&iacute;dos em uma &aacute;rea p&uacute;blica no Setor Universit&aacute;rio, ap&oacute;s determina&ccedil;&atilde;o do Poder Judici&aacute;rio.<br />
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<em>&ldquo;Aragua&iacute;na est&aacute; tornando-se um mercado corriqueiro de invas&otilde;es e, pelo que percebemos, muitos n&atilde;o t&ecirc;m necessidade de moradia, mas apenas interesses comerciais. A maior parte &eacute; de outros estados, como Maranh&atilde;o, Par&aacute; e Goi&aacute;s e estaremos intensificando as fiscaliza&ccedil;&otilde;es</em>&rdquo;, afirmou Isa&iacute;as.</span>

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