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Tocantins integrará programa do Ministério da Justiça voltado ao combate à lavagem de dinheiro

admin -

<span style="font-size:14px;">Ainda no primeiro semestre de 2015, a Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica do Tocantins (SSP) passar&aacute; a fazer parte da Rede Nacional de Laborat&oacute;rios de Tecnologia (Rede LAB), um programa do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a (MJ) voltado para a identifica&ccedil;&atilde;o de crimes de lavagem de dinheiro. A Rede LAB &eacute; composta por 43 laborat&oacute;rios, sendo 34 em funcionamento e nove em fase de instala&ccedil;&atilde;o.<br />
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No Tocantins, o laborat&oacute;rio j&aacute; existe no Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual e agora a Pol&iacute;cia Civil passar&aacute; a contar com a tecnologia. A implanta&ccedil;&atilde;o do laborat&oacute;rio acontece por meio do acordo de coopera&ccedil;&atilde;o, no qual o &oacute;rg&atilde;o interessado disponibiliza espa&ccedil;o f&iacute;sico e os profissionais habilitados para o trabalho e o MJ oferece os equipamentos, os softwares e o treinamento para a equipe.<br />
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Como parte do processo de inclus&atilde;o da SSP-TO na Rede LAB, uma equipe de seis delegados da Pol&iacute;cia Civil do Tocantins participou, em Bras&iacute;lia, na &uacute;ltima semana, do curso An&aacute;lise de Dados LAB-LD – Laborat&oacute;rio de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro. O curso &eacute; promovido pelo Departamento de Recupera&ccedil;&atilde;o de Ativos e Coopera&ccedil;&atilde;o Jur&iacute;dica Internacional, &aacute;rea onde a Rede &eacute; desenvolvida.<br />
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No curso, foram abordadas: metodologia e gest&atilde;o de casos, introdu&ccedil;&atilde;o ao estudo de lavagem de dinheiro e t&eacute;cnicas de an&aacute;lise fiscal, banc&aacute;ria e patrimonial.&nbsp; Os t&eacute;cnicos s&atilde;o preparados para identificar comportamentos comuns em a&ccedil;&otilde;es fraudulentas de pessoas f&iacute;sicas ou jur&iacute;dicas, a partir das an&aacute;lises de extratos banc&aacute;rios e fiscais oriundos da quebra de sigilo.<br />
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O coordenador da Rede LAB no Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, Leonardo Terra, explicou que uma das propostas da Rede &eacute; mudar a mentalidade de combate ao crime. &ldquo;<em>N&atilde;o basta prender os criminosos, se o dinheiro do crime j&aacute; foi revertido em bens. Quando o investigador tem consci&ecirc;ncia sobre os desdobramentos do crime, os ind&iacute;cios s&atilde;o analisados pelo laborat&oacute;rio e com o resultado da investiga&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; consegue recolher de volta para o Estado, bens que foram adquiridos por meio de atividades il&iacute;citas&rdquo;</em>.</span>

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