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Mourão classifica como 'lorotas politiqueiras' fala da oposição e diz que Estado estava 'bagunçado'

admin -

<span style="font-size:14px;">O deputado Paulo Mour&atilde;o (PT), l&iacute;der do Governo na Assembleia Legislativa, rebateu as cr&iacute;ticas ao Governo do Estado que, segundo ele, por decis&atilde;o judicial ficou impedido de promover cerca de 1.200 policiais militares, no &uacute;ltimo dia 21 de abril.<br />
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Paulo Mour&atilde;o usou a tribuna para criticar o governo passado que n&atilde;o apresentou o or&ccedil;amento de 2014 e ainda enviou projetos &quot;desequilibrando mais ainda&quot; a ordem econ&ocirc;mica e fiscal do Estado. <em>&ldquo;Um governo que n&atilde;o respeitou nos &uacute;ltimos quatro anos a Lei de Responsabilidade Fiscal, encaminha projeto de Medida Provis&oacute;ria, dando merecidamente promo&ccedil;&otilde;es a militares, mas tamb&eacute;m causando vergonha a esse Estado em n&iacute;vel nacional, aonde sargento vira coronel da noite para o dia&rdquo;</em>, discursou. De acordo com o deputado, os pr&oacute;prios militares ficaram incomodados com esse ato.<br />
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Paulo Mour&atilde;o criticou duramente a oposi&ccedil;&atilde;o. <em>&ldquo;N&atilde;o respeitaram a Lei Complementar 79. N&atilde;o venham com lorotas politiqueiras de que o governo &ldquo;despromoveu&rdquo; os policiais militares. O Governo Marcelo Miranda est&aacute; tentando colocar ordem econ&ocirc;mica e jur&iacute;dica no Estado que estava bagun&ccedil;ado. &Eacute; preciso que esta Casa se levante contra esse tipo de pol&iacute;tica baixa, rasteira que est&aacute; levando este estado a um po&ccedil;o de profundidade intermin&aacute;vel, moral e econ&ocirc;mica</em>&rdquo;, avaliou.<br />
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Paulo Mour&atilde;o garantiu que o Governo vai recorrer na justi&ccedil;a sobre as decis&otilde;es por entender que s&atilde;o equivocadas. <em>&ldquo;A medida que o Governo Marcelo Miranda prop&ocirc;s para as promo&ccedil;&otilde;es agora no &uacute;ltimo dia 21 de abril iria contemplar todos os policiais militares que estivessem sob o crit&eacute;rio da Lei Complementar 79, n&atilde;o as que foram feitas de forma&nbsp; pol&iacute;tica eleitoreira&rdquo;</em>, explicou.<br />
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O deputado lembrou que atrav&eacute;s da Comiss&atilde;o de Finan&ccedil;as e Tributa&ccedil;&atilde;o, da qual faz parte, prop&ocirc;s que qualquer medida enviada &agrave; Assembleia tenha a obrigatoriedade de estar no bojo da sua justificativa o impacto or&ccedil;ament&aacute;rio e os &iacute;ndices da Lei de Responsabilidade Fiscal. <em>&ldquo;Inclusive o projeto da Medida Provis&oacute;ria dos policiais militares veio para a comiss&atilde;o sem a justificativa do impacto o que n&oacute;s constamos imediatamente ao secret&aacute;rio de planejamento e o que ele nos garantiu que o&nbsp; impacto&nbsp; com a promo&ccedil;&atilde;o foi estudado&nbsp; e seria da ordem de R$ 5&nbsp; milh&otilde;es ao ano e estaria contemplado dentro do vencimento&rdquo;</em>, esclareceu. &ldquo;<em>O que pedimos a oposi&ccedil;&atilde;o &eacute; que os policiais militares fossem promovidos de maneira justa e legal amparados pela Lei Complementar 79&rdquo;.</em><br />
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Paulo Mour&atilde;o lembrou que o Governo Marcelo Miranda, no que diz respeito a benef&iacute;cios a funcion&aacute;rios p&uacute;blicos sempre os fez ao contr&aacute;rio do Governo Siqueira Campos que sempre foi de tolher os direitos e as conquistas dos cidad&atilde;os. <em>&ldquo;Naquele tempo n&atilde;o podia nem fazer ajuste de greve porque se fizesse eram maci&ccedil;amente fiscalizado punidos transferidos ou demitidos</em>&rdquo;, declarou.<br />
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<u><strong>Caso Igeprev</strong></u><br />
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Paulo Mour&atilde;o aproveitou para falar do rombo do Igeprev &ndash; Instituto de Gest&atilde;o Previdenci&aacute;ria do Estado do Tocantins. <em>&ldquo;Vamos debater o caso Igeprev, estou solicitando um pedido de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, estamos preocupados porque o funcionalismo p&uacute;blico desse Estado s&oacute; tem a capacidade e a garantia de ter a suas aposentadorias at&eacute; o ano de 2018, um risco. O Igeprev saiu de uma d&iacute;vida consolidada em torno de&nbsp; R$ 5 bilh&otilde;es em 2010 que pode chegar a R$ 16 bilh&otilde;es, &eacute; a d&iacute;vida para se apurada&rdquo;</em>, afirmou.</span>

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