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Pela primeira vez, Dilma não fará pronunciamento na TV no dia 1º de maio

admin -

<span style="font-size:14px;"><u><em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em></u><br />
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A presidenta Dilma Rousseff n&atilde;o vai gravar um pronunciamento &agrave; na&ccedil;&atilde;o para ser exibido em cadeia nacional de r&aacute;dio e televis&atilde;o nesta sexta-feira (1&ordm;), Dia do Trabalho, informou o ministro da Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, Edinho Silva. A decis&atilde;o foi tomada na reuni&atilde;o de coordena&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do governo nesta segunda-feira (28), em que Dilma reuniu ministros do PT e de partidos aliados.<br />
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<em>&ldquo;A presidenta vai dialogar com os trabalhadores, com a sociedade brasileira, pelas redes sociais. &Eacute; uma forma de valorizarmos outros meios de comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo;,</em> disse o ministro. Na &uacute;ltima manifesta&ccedil;&atilde;o em rede nacional feita pela presidenta, moradores de diferentes cidades brasileiras protestaram nas janelas de suas casas por meio de um&nbsp;panela&ccedil;o e um buzina&ccedil;o.<br />
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Esta ser&aacute; a primeira vez, no quinto ano em que governa o pa&iacute;s, que a presidenta n&atilde;o vai falar &agrave; popula&ccedil;&atilde;o brasileira, por meio do r&aacute;dio e da televis&atilde;o, no Dia do Trabalho. Perguntado se a mudan&ccedil;a na tradi&ccedil;&atilde;o ocorreu devido &agrave;s manifesta&ccedil;&otilde;es, Edinho Silva negou e disse que Dilma continuar&aacute; utilizando a cadeia nacional quando necess&aacute;rio.<br />
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<em>&ldquo;A presidenta n&atilde;o teme nenhuma forma de manifesta&ccedil;&atilde;o oriunda da democracia. Neste momento entendemos que a melhor forma de comunica&ccedil;&atilde;o, at&eacute; para que outros meios [sejam valorizados], s&atilde;o as redes sociais&rdquo;</em>, disse. &ldquo;Ela valoriza todos os dias a comunica&ccedil;&atilde;o impressa, ela valoriza a televis&atilde;o, e ela resolveu, desta vez, valorizar as redes sociais.&rdquo;<br />
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De acordo com o ministro, o modelo em que a comunica&ccedil;&atilde;o por meio das redes sociais ser&aacute; feito ainda n&atilde;o foi definido. Ele disse ainda que a avalia&ccedil;&atilde;o sobre esse ponto foi tomada de forma un&acirc;nime pela coordena&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do governo. Participaram da reuni&atilde;o os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante; da Secretaria-Geral da Presid&ecirc;ncia, Miguel Rossetto; das Cidades, Gilberto Kassab; da Defesa, Jaques Wagner; das Comunica&ccedil;&otilde;es, Ricardo Berzoini; de Minas e Energia, Eduardo Braga; da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o, Aldo Rebelo, e das secretarias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, Edinho Silva, e da Avia&ccedil;&atilde;o Civil, Eliseu Padilha, al&eacute;m do vice-presidente Michel Temer.<br />
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Mais cedo, o l&iacute;der do governo na C&acirc;mara, Jos&eacute; Guimar&atilde;es (PT-CE), disse que h&aacute; &ldquo;muita coisa para apresentar ao trabalhador&rdquo; nesta data. Ele citou a&ccedil;&otilde;es recentes como a prorroga&ccedil;&atilde;o do atual modelo de reajuste do sal&aacute;rio m&iacute;nimo, o di&aacute;logo com as centrais sindicais para a aprecia&ccedil;&atilde;o das medidas de ajuste fiscal e um novo reajuste da tabela do Imposto de Renda.<br />
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<em>&ldquo;O governo est&aacute; preparado para anunciar um conjunto de medidas vitoriosas que j&aacute; d&aacute; para serem anunciadas, com grandes conquistas para os trabalhadores. O 1&ordm; de Maio n&atilde;o pode ser uma ato s&oacute; para distribuir brindes. Temos que mobilizar para a luta, para discutir com a sociedade o significado da terceiriza&ccedil;&atilde;o da forma como foi aprovada&rdquo;</em>, disse.</span><br />

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