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Meteorologista da Unitins fala das incertezas climatológicas e o fim do período chuvoso

admin -

<span style="font-size:14px;">Os meses de abril e maio habitualmente assinalam o fim do per&iacute;odo chuvoso com a precipita&ccedil;&atilde;o diminuindo gradativamente. No entanto, os modelos meteorol&oacute;gicos continuam apontando para um quadro de incertezas na climatologia.<br />
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Para ter uma no&ccedil;&atilde;o desse quadro de incertezas, o pesquisador do N&uacute;cleo de Meteorologia e Recursos H&iacute;dricos da Unitins (Nemet/RH), professor Jos&eacute; Luiz Cabral, explica que s&oacute; nos &uacute;ltimos dez dias choveu mais do que o dobro do esperado para todo o m&ecirc;s de abril.<br />
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Sobre as fortes chuvas recentes, o pesquisador explica que se deve a um fen&ocirc;meno atmosf&eacute;rico chamado zona de converg&ecirc;ncia de umidade que tem trazido &aacute;gua para a regi&atilde;o central do pa&iacute;s. &ldquo;S&atilde;o frentes frias que est&atilde;o avan&ccedil;ando com mais frequ&ecirc;ncia. Nesse trimestre estamos esperando a redu&ccedil;&atilde;o das chuvas&rdquo;, argumenta.<br />
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<em>&ldquo;Ent&atilde;o, passamos por um per&iacute;odo pluviom&eacute;trico cheio de incertezas. Pelo ponto de vista agr&iacute;cola, foi bom. Quem plantou soja, por exemplo, conseguiu boa safra, apesar de o in&iacute;cio ter sido penoso, pois a chuva demorou chegar. Agora j&aacute; era para termos uma redu&ccedil;&atilde;o gradativa da precipita&ccedil;&atilde;o, mas as incertezas climatol&oacute;gicas t&ecirc;m perdurado at&eacute; agora</em>&rdquo;, comenta Cabral.</span>

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