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Distribuição de lucros das empresas pede ser taxada em 15%; empresários falam em mais desemprego

admin -

<span style="font-size:14px;">Quem &eacute; empres&aacute;rio est&aacute; com esta mesma sensa&ccedil;&atilde;o: o pacote de ajustes fiscais do Governo Federal est&aacute; passando dos limites. N&atilde;o bastassem os recentes aumentos tribut&aacute;rios, agora o Executivo Federal quer taxar em 15% a distribui&ccedil;&atilde;o de lucros das empresas. A proposta &eacute; uma emenda &agrave; Medida Provis&oacute;ria 665/2014. <em>&ldquo;&Eacute; um mecanismo totalmente inconstitucional que nada mais &eacute; que uma bitributa&ccedil;&atilde;o sobre as empresas&rdquo;</em>, alerta o contador Ronaldo Dias.<br />
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<u><strong>J&aacute; houve taxa&ccedil;&atilde;o</strong></u><br />
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O intento do Governo est&aacute; revoltando a classe empresarial porque o lucro distribu&iacute;do &agrave; pessoa f&iacute;sica do empres&aacute;rio ou s&oacute;cios j&aacute; foi totalmente taxado no momento que a empresa realizou suas opera&ccedil;&otilde;es. Hoje, os lucros ou dividendos de cotistas ou acionistas s&atilde;o isentos de imposto de renda justamente porque os resultados l&iacute;quidos das organiza&ccedil;&otilde;es j&aacute; sofreram tributa&ccedil;&atilde;o.<br />
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<u><strong>O ideal &eacute; reduzir gastos</strong></u><br />
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<em>&ldquo;Os empres&aacute;rios devem ficar muito atentos e procurar, por meio do associativismo, se proteger de um aumento totalmente fora de cogita&ccedil;&atilde;o nesses tempos de crise e arrocho financeiro&rdquo;</em>, lembra Ronaldo.<br />
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O contador atenta, ainda, para a forma err&ocirc;nea com que o Governo est&aacute; querendo equilibrar as contas. <em>&ldquo;Assim como a iniciativa privada faz, o Governo deveria reduzir drasticamente seus gastos, que crescem acima da infla&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o drenar ainda mais os contribuintes&rdquo;.</em><br />
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<u><strong>Exemplo pr&aacute;tico</strong></u><br />
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Uma empresa prestadora de servi&ccedil;os enquadrada no Lucro Presumido paga, em m&eacute;dia, 11,33% do seu faturamento em impostos federais (isso n&atilde;o inclui o INSS sobre a folha). Caso precisasse pagar mais impostos pelo lucro que repassa a seus s&oacute;cios, essa carga tribut&aacute;ria somada atingiria cerca de 40% do lucro. <em>&ldquo;E n&atilde;o &eacute; preciso ser um especialista para prever o cen&aacute;rio que atingiremos: consequ&ecirc;ncias graves na produ&ccedil;&atilde;o, gera&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de empregos e fuga de investimentos no pa&iacute;s&rdquo;</em>, conclui o contador.</span>

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