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Dilma oficializa Matopiba durante lançamento do Plano de Defesa Agropecuária

admin -

<span style="font-size:14px;">Na presen&ccedil;a dos governadores Marcelo Miranda (Tocantins), Wellington Dias (Piau&iacute;), ministros, senadores e deputados federais, a ministra da Agricultura, senadora K&aacute;tia Abreu, e a presidente Dilma Roussef deram o pontap&eacute; inicial para a cria&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia de Desenvolvimento do Matopiba. &nbsp;O decreto foi assinado na manh&atilde; desta quarta (6) em solenidade no Pal&aacute;cio do Planalto.<br />
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Durante seu pronunciamento, a presidente Dilma Roussef elogiou os produtores rurais pela luta di&aacute;ria e da import&acirc;ncia da nova fronteira agr&iacute;cola do pa&iacute;s, o Matopiba. <em>&quot;A proposta do Matopiba &eacute; arrojada como &eacute; arrojada a ministra K&aacute;tia Abreu&rdquo;</em>, discursou Dilma Roussef. No seu discurso, K&aacute;tia Abreu citou a presen&ccedil;a do governador Marcelo Miranda e detalhou a&nbsp; import&acirc;ncia do Matopiba para a economia regional e do pa&iacute;s. J&aacute; na pr&oacute;xima semana, a ministra K&aacute;tia Abreu deve fazer o lan&ccedil;amento da Ag&ecirc;ncia de Desenvolvimento, come&ccedil;ando pelo Tocantins, indo ao Piaui, Maranh&atilde;o e Oeste da Bahia.<br />
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O Matopiba &eacute; formado por parte munic&iacute;pios dos Estados do Maranh&atilde;o (33%), Tocantins (38%), Piau&iacute; (11% ) e Bahia (18%). A regi&atilde;o (conforme IBGE/Conab)&eacute;&nbsp; respons&aacute;vel por 9,7% da produ&ccedil;&atilde;o de 201,5 milh&otilde;es de toneladas de gr&atilde;os prevista para o pa&iacute;s na safra 2014/2015. E um Produto Interno Bruto estimado, com base nos dados do IBGE/2010, em R$ 53,4 bilh&otilde;es. Abrange 337 munic&iacute;pios num total de 73 milh&otilde;es de hectares.<br />
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<em>&ldquo;Esta &eacute; a &uacute;ltima fronteira agr&iacute;cola que ter&aacute; oportunidade de contar com o apoio do Estado. Mas n&atilde;o &eacute; o apoio protecionista, &eacute; o apoio em log&iacute;stica, infraestrutura e energia&rdquo;</em>, afirmou Katia Abreu.<br />
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Segundo a ministra, a regi&atilde;o tem conseguido expandir sua produtividade sem aumentar o desmatamento devido ao maior investimento em tecnologia na pecu&aacute;ria e amplia&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os.<br />
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<em>&ldquo;A gente observou que de 40, 45 anos para c&aacute;, as regi&otilde;es de agricultura foram nascendo isoladamente, mas a log&iacute;stica n&atilde;o as acompanhou, houve um certo abandono e a popula&ccedil;&atilde;o local ficou &agrave; margem. Queremos reverter isso e ajudar esses produtores pequenos a migrarem para a classe m&eacute;dia</em>&rdquo;, explicou a ministra da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento.<br />
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<strong><u>Governo tamb&eacute;m lan&ccedil;a Plano de Defesa Agropecu&aacute;ria</u></strong><br />
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A ministra da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento, K&aacute;tia Abreu, entregou &agrave; presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (6) o Plano de Defesa Agropecu&aacute;ria 2015/2020 (PDA), que define estrat&eacute;gias e a&ccedil;&otilde;es para evitar e combater a pragas nas lavouras e doen&ccedil;as nos rebanhos brasileiros.<br />
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Com o plano, o governo promover&aacute; o desenvolvimento sustent&aacute;vel do agroneg&oacute;cio, garantindo a preserva&ccedil;&atilde;o da vida e da sa&uacute;de das pessoas e dos animais, a seguran&ccedil;a alimentar e o acesso a mercados.<br />
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O PDA introduz um novo modelo de gest&atilde;o eficiente, capaz de fortalecer uma a&ccedil;&atilde;o conjunta em n&iacute;vel federal, estadual e municipal. O plano vai atualizar diversas normas sanit&aacute;rias &agrave; realidade do agroneg&oacute;cio do pa&iacute;s, al&eacute;m de adaptar procedimentos e capacitar ainda mais os t&eacute;cnicos a tomarem decis&otilde;es na &aacute;rea sanit&aacute;ria com base em conhecimento cient&iacute;fico e an&aacute;lise de risco.<br />
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O Plano de Defesa Agropecu&aacute;ria est&aacute; concebido para os pr&oacute;ximos cinco anos, dividido em duas etapas. A primeira ser&aacute; executada at&eacute; junho de 2016 e a segunda, at&eacute; 2020.<br />
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<u><strong>Seis pontos principais alicer&ccedil;am o PDA:</strong></u><br />
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1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Moderniza&ccedil;&atilde;o e desburocratiza&ccedil;&atilde;o: informatizar e simplificar processos a fim de agilizar a tomada de decis&otilde;es e reduzir em 70% o tempo entre a solicita&ccedil;&atilde;o de um registro e sua an&aacute;lise final.<br />
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2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Marco regulat&oacute;rio: atualizar a legisla&ccedil;&atilde;o vigente e padronizar diretrizes que atualmente est&atilde;o contrapostas nas diversas esferas federativas. Criar condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a institui&ccedil;&atilde;o de um C&oacute;digo de Defesa Agropecu&aacute;rio.<br />
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3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Suporte estrat&eacute;gico: com apoio das universidades, desenvolver a t&eacute;cnica de an&aacute;lise de risco para pragas e doen&ccedil;as. Assim, reduzir em 30% os custos da defesa agropecu&aacute;ria.<br />
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4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sustentabilidade econ&ocirc;mica: levantar o custo da defesa agropecu&aacute;ria a fim de projetar os valores reais necess&aacute;rios para a &aacute;rea. Disponibilizar recursos para conv&ecirc;nios com as 27 unidades da federa&ccedil;&atilde;o e regulamentar o Fundo Federal Agropecu&aacute;rio.<br />
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5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Metas de qualidade: modernizar o parque de equipamentos tecnol&oacute;gicos e ampliar programas de controle e erradica&ccedil;&atilde;o de pragas e doen&ccedil;as, como febre aftosa, influenza avi&aacute;ria, peste su&iacute;na cl&aacute;ssica, mosca das frutas, brucelose e tuberculose, entre outras.<br />
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6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Avalia&ccedil;&atilde;o e monitoramento do PDA: secretarias estaduais e municipais, &oacute;rg&atilde;os da agricultura e o Mapa acompanhar&atilde;o o cumprimento das cinco metas. Para isso, ser&atilde;o criados comit&ecirc;s regionais e canais de comunica&ccedil;&atilde;o com Fiscais de Defesa Agropecu&aacute;ria.</span>

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