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Tocantins reduziu analfabetismo em apenas 1,6% entre 2009 a 2013

admin -

<span style="font-size:14px;">As discuss&otilde;es do F&oacute;rum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educa&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o Norte, em Palmas (TO) na sexta-feira (8), o representante do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC), Mauro Jos&eacute; da Silva, apresentou o mapa da realidade da Educa&ccedil;&atilde;o de Jovens e Adultos no Pa&iacute;s e os programas que o Governo Federal realiza em parceria com os Estados.<br />
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O relat&oacute;rio apresentado pelo representante do MEC apontou uma melhora nos &iacute;ndices de combate ao analfabetismo entre jovens e adultos no Tocantins. Conforme os dados do levantamento do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, o mais novo Estado da federa&ccedil;&atilde;o saiu de 13,6% de analfabetos em 2009 para pouco mais de 12% em 2013.<br />
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Para o presidente do Conselho Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o (CEE),Cicinato Mendes, a redu&ccedil;&atilde;o no &iacute;ndice de analfabetismo em pessoas maiores de 15 anos no Estado &eacute; reflexo do boa gest&atilde;o dos recursos destinados &agrave; Educa&ccedil;&atilde;o de Jovens e Adultos. <em>&ldquo;N&oacute;s atribu&iacute;mos este &iacute;ndice decrescente do Estado &agrave; pol&iacute;tica p&uacute;blica adotada pelos gestores. Aqueles que de fato aplicam os recursos federais nas campanhas da EJA t&ecirc;m resultados palp&aacute;veis&rdquo;</em>, disse.<br />
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Em sua palestra, Mauro Jos&eacute; da Silva apresentou ainda a situa&ccedil;&atilde;o contrastante da EJA no Brasil. De acordo com ele, h&aacute; atualmente 42,3 milh&otilde;es de brasileiros, com idade acima de 15 anos, que n&atilde;o frequentam escola ou sequer conclu&iacute;ram o ensino fundamental. No Pa&iacute;s, segundo o representante do MEC, ainda existe uma popula&ccedil;&atilde;o de 13,5 milh&otilde;es de analfabetos e que o analfabetismo atinge com maior impacto pessoas negras, pessoas com idade acima de 40 anos e moradores de regi&otilde;es rurais.<br />
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Mauro explicou que &eacute; preciso entender o processo para se realizar as a&ccedil;&otilde;es de incentivos para que os adultos voltem a frequentar uma escola. <em>&ldquo;Precisamos ter o cuidado para que as pessoas atendidas pelo programa Brasil Alfabetiza&ccedil;&atilde;o continuem estudando, isso &eacute; um processo, se parar, n&atilde;o teremos bons resultados&rdquo;</em>, esclareceu.</span><br />

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