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Detentos comercializam bebidas alcoólicas, celulares e cigarros no Presídio Barra da Grota

admin -

<span style="font-size:14px;">Uma varredura nas celas do Pres&iacute;dio Barra da Grota, em Aragua&iacute;na (TO), encontrou b</span><span style="font-size:14px;">ebidas alco&oacute;licas, celulares, facas artesanais, drogas, fumos, bebidas alco&oacute;licas e v&aacute;rios cadeados nesta quarta-feira (13).&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">A opera&ccedil;&atilde;o foi realizada com o apoio do Grupo de Opera&ccedil;&otilde;es Especiais (Gote), Pol&iacute;cia Civil, Pol&iacute;cia Militar e agentes penitenci&aacute;rios.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Durante a varredura foram apreendidas dezenas de armas artesanais (chu&ccedil;os), cadeados e oito garrafas pet com cacha&ccedil;a e seis laminas de a&ccedil;o (faca e fac&atilde;o). Al&eacute;m de dezenas de chips, 28 celulares, entre modelos b&aacute;sicos e outros mais modernos. De acordo com o diretor do pres&iacute;dio, Jean Carlos Gomes, a Pol&iacute;cia Civil descobriu que um celular simples custa em m&eacute;dia R$ 1,5 mil dentro do pres&iacute;dio. Dependendo do modelo, pode chegar at&eacute; R$ 5 mil. J&aacute; a carteira cigarro sai por R$ 200,00.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">A Pol&iacute;cia descobriu que a bebida caseira era fabricada e comercializada dentro da unidade prisional, assim como os celulares e cigarros, por valores exorbitantes.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Os detentos tamb&eacute;m comercializam cacha&ccedil;a artesanal dentro do pres&iacute;dio, produzida com os alimentos que eles recebem. A dire&ccedil;&atilde;o do pres&iacute;dio revelou que 300 g de cacha&ccedil;a custa na m&eacute;dia 600 a 700 reais.<br />
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De acordo com o diretor, os objetos chegam aos presos atrav&eacute;s de familiares, outros arremessados e at&eacute; possivelmente por meio da corrup&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios da Umanizzare.&nbsp;</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Todos os materiais apreendidos foram levados para a delegacia, onde ser&aacute; aberto um procedimento administrativo disciplinar (PAD) para investigar a origem dos materiais e como eles entraram na unidade prisional.</span>

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