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TO-130 é engolida por erosão que coloca segurança dos condutores em risco

admin -

<span style="font-size:14px;">A Defensoria P&uacute;blica do Tocantins (</span><span style="font-size:14px;">DPE-TO)</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;expediu ao Departamento de Estradas e Rodagens do Tocantins (</span><span style="font-size:14px;">Dertins),&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (12), uma recomenda&ccedil;&atilde;o para que o &oacute;rg&atilde;o recupere o trecho rodovi&aacute;rio destru&iacute;do pela eros&atilde;o rodovia TO-130, entre Santa Tereza e Ponte Alta do Tocantins.<br />
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Para a Defensoria, &eacute; p&uacute;blica a precariedade do pavimento da referida rodovia, nos quil&ocirc;metros 18 e 48, sendo tal circunst&acirc;ncia comprovada mediante vistoria t&eacute;cnica da Defesa Civil, por meio de relat&oacute;rio que apontou a exist&ecirc;ncia de problemas estruturais na plataforma, al&eacute;m da exist&ecirc;ncia de fissura, fendas e deformidades no pavimento, em decorr&ecirc;ncia de processos erosivos.<br />
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A Recomenda&ccedil;&atilde;o aponta ainda que &ldquo;os condutores de ve&iacute;culos t&ecirc;m encontrado enormes dificuldades de trafegabilidade nos trechos destacados, em decorr&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o mencionada e aus&ecirc;ncia de sinaliza&ccedil;&atilde;o vertical, o que importa em amea&ccedil;a &agrave; integridade f&iacute;sica dos seus usu&aacute;rios&rdquo;.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">A DPE-TO recomenda tamb&eacute;m que seja realizada obras de drenagem e conten&ccedil;&atilde;o de eros&atilde;o e a restaura&ccedil;&atilde;o da sinaliza&ccedil;&atilde;o vertical e horizontal, com vistas a minimizar o risco de acidentes.<br />
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Caso a recomenda&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja atendida, o Defensoria estipulou o prazo de 15 dias, a contar da data do dia 12 de maio, para que sejam encaminhados os fundamentos da negativa.</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><strong><u>Transporte</u></strong><br />
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Conforme a Recomenda&ccedil;&atilde;o, a rodovia &eacute; um importante corredor para o transporte da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola e calc&aacute;rio na regi&atilde;o, via de integra&ccedil;&atilde;o entre Palmas e o Jalap&atilde;o e local de acesso di&aacute;rio de crian&ccedil;as e adolescentes da zona rural para as escolas da regi&atilde;o, sendo tamb&eacute;m, cotidianamente utilizada por ambul&acirc;ncias para o transporte de pacientes. <em>&ldquo;A precariedade da Rodovia TO 130 nos trechos em destaque tornou-se fato corriqueiro e previs&iacute;vel, especialmente no per&iacute;odo chuvoso, n&atilde;o podendo ser considerada como situa&ccedil;&atilde;o excepcional, na medida em que poderia ser facilmente prevista e evitada pelo Poder P&uacute;blico Estadual, caso efetuasse a conserva&ccedil;&atilde;o rotineira das suas rodovias&rdquo;</em>, complementa o documento.<br />
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<u><strong>Entenda o caso</strong></u><br />
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Na TO-130, que liga Palmas a Ponte Alta do Tocantins, o asfalto cedeu e as crateras tomam conta de v&aacute;rias partes da rodovia. As obras asf&aacute;lticas foram conclu&iacute;das em 2013, mas a pista n&atilde;o oferece qualquer seguran&ccedil;a aos motoristas nos quil&ocirc;metros 18 e 48. Conforme relat&oacute;rio da Defesa Social do Estado, em v&aacute;rios trechos, os buracos s&atilde;o t&atilde;o grandes, que s&oacute; resta menos de meia pista para quem trafega nos dois sentidos. Muitas vezes as placas de sinaliza&ccedil;&atilde;o avisando o risco de desmoronamento passam despercebidas por motoristas que n&atilde;o conhecem o estado da rodovia e o risco de acidente se torna ainda maior.</span>

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