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Com 48% da população acima do peso, Palmas ainda tem 2º menor percentual entre as capitais do Brasil

admin -

<span style="font-size:14px;">A popula&ccedil;&atilde;o de Palmas tem o segundo menor percentual de adultos com excesso de peso dentre as capitais do Brasil, conforme aponta pesquisa de Vigil&acirc;ncia de Doen&ccedil;as Cr&ocirc;nicas por Inqu&eacute;rito Telef&ocirc;nico (Vigitel) 2014. S&atilde;o Lu&iacute;s (46%) &eacute; a capital com menor percentual, seguida de Teresina (48%), que possui mesmo &iacute;ndice que a Capital tocantinense. A pesquisa &eacute; divulgada anualmente pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.<br />
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Conforme a pesquisa, 48% da popula&ccedil;&atilde;o da capital tocantinense est&aacute; com excesso de peso, mesmo percentual registrado na pesquisa Vigitel 2013.&nbsp; A m&eacute;dia nacional de adultos com peso superior ao recomendado &eacute; de 52,5%. A pesquisa mostrou ainda que 17,9% dos brasileiros s&atilde;o obesos.<br />
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<em>&ldquo;O sobrepeso pode ser reflexo de mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos da popula&ccedil;&atilde;o, como rotinas com atividades que exigem menos gasto energ&eacute;tico e h&aacute;bitos alimentares inadequados, como dietas ricas em alimentos processados, com mais gordura, a&ccedil;&uacute;cares e s&oacute;dio&rdquo;</em>, explica Marcondes da Silva Santos, t&eacute;cnico da &Aacute;rea T&eacute;cnica de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Nutri&ccedil;&atilde;o do Estado.<br />
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<u><strong>ICM</strong></u><br />
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Segundo Santos, para descobrir se um indiv&iacute;duo est&aacute; com excesso de peso &eacute; preciso calcular o &Iacute;ndice de Massa Corporal (IMC). <em>&ldquo;O IMC &eacute; calculado com o peso dividido pela altura ao quadrado. O resultado indica se a pessoa est&aacute; com excesso de peso ou n&atilde;o&rdquo;</em>, acrescenta.<br />
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Resultados com valores abaixo de 18,5 s&atilde;o considerados abaixo do peso ideal; se o IMC estiver entre 18,5 e 24,9 isso indica o peso ideal. Entre 25 e 29,9 o IMC j&aacute; indica sobrepeso, enquanto que o IMC acima de 30 j&aacute; sinaliza obesidade, que ainda pode ser classificada em tr&ecirc;s graus. <em>&ldquo;Tamb&eacute;m existem outras formas de constatar o excesso de peso, como a porcentagem de gordura e a circunfer&ecirc;ncia abdominal do indiv&iacute;duo</em>&rdquo;, explica o t&eacute;cnico.<br />
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Al&eacute;m dos h&aacute;bitos alimentares irregulares, outras causas do excesso de peso podem ser a predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, sedentarismo, uso de medicamentos, problemas hormonais, estresse e ansiedade.<br />
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<u><strong>Vida saud&aacute;vel</strong></u><br />
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<em>&ldquo;A pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos regulares &eacute; uma das principais estrat&eacute;gias terap&ecirc;uticas n&atilde;o medicamentosa para se evitar e reduzir o excesso de peso, sempre associado &agrave; dieta saud&aacute;vel&rdquo;</em>, recomenda o gerente estadual de Doen&ccedil;as N&atilde;o Transmiss&iacute;veis, Jader Jos&eacute; Ros&aacute;rio da Silva.<br />
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Outra alternativa s&atilde;o os Polos da Academia da Sa&uacute;de, com 106 munic&iacute;pios habilitados, sendo 30 munic&iacute;pios com obras j&aacute; conclu&iacute;das no Tocantins e que permitem a realiza&ccedil;&atilde;o de atividades de baixo impacto regular sem custo.<br />
<em>&ldquo;Mesmo com essas academias ao ar livre dispon&iacute;veis n&atilde;o deixamos de alertar para a necessidade de acompanhamento de profissional especializado, seja um educador f&iacute;sico ou fisioterapeuta, e de buscar sempre uma avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, no caso de pacientes com hipertens&atilde;o arterial ou diabetes, no posto de sa&uacute;de mais pr&oacute;ximo para garantir a seguran&ccedil;a do usu&aacute;rio&rdquo;</em>, acrescenta Silva.<br />
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<strong><u>Recomenda&ccedil;&otilde;es</u></strong><br />
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O gerente estadual de Doen&ccedil;as N&atilde;o Transmiss&iacute;veis ainda ressalta a import&acirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o evitar outros h&aacute;bitos nocivos &agrave; sa&uacute;de, tais como o tabagismo e consumo abusivo de &aacute;lcool, e destaca a import&acirc;ncia de passar periodicamente por uma avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<br />
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No Tocantins, o usu&aacute;rio do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) pode procurar a unidade de sa&uacute;de b&aacute;sica para realizar acompanhamento m&eacute;dico peri&oacute;dico, al&eacute;m da aferi&ccedil;&atilde;o de press&atilde;o arterial e teste de glicemia.<br />
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A pesquisa Vigitel 2014 tamb&eacute;m apontou Palmas como a capital brasileira com maior &iacute;ndice de consumo regular de frutas e verduras na Regi&atilde;o Norte do Pa&iacute;s. Segundo a pesquisa, 27% dos palmenses entrevistados consomem frutas e hortali&ccedil;as pelo menos cinco vezes por semana. A m&eacute;dia de consumo nas capitais de frutas e verduras &eacute; de 24,1%. <em>&ldquo;Este &eacute; um ponto que favorece a qualidade de vida, a diminui&ccedil;&atilde;o de fatores de risco e, principalmente, o risco de desenvolver hipertens&atilde;o e diabetes e at&eacute; na preven&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer&rdquo;</em>, explica Silva.<br />
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<u><strong>Vigitel 2014</strong></u><br />
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A pesquisa ouviu 40.853 pessoas de 26 estados e o Distrito Federal entre fevereiro e dezembro de 2014 com o intuito de mensurar a preval&ecirc;ncia de fatores de risco e preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as n&atilde;o transmiss&iacute;veis na popula&ccedil;&atilde;o brasileira. A pesquisa completa pode ser conferida no endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico:&nbsp;<a href="http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2015/abril/15/PPT-Vigitel-2014-.pdf" target="_blank">http://portalsaude.saude.gov.<wbr />br/images/pdf/2015/abril/15/<wbr />PPT-Vigitel-2014-.pdf</a></span>

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