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Governo apresentará proposta da data-base nesta segunda-feira e servidores cruzam os braços por 24 horas

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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O secret&aacute;rio estadual da Administra&ccedil;&atilde;o, Geferson Barros, prometeu fazer o an&uacute;ncio, na segunda-feira (25), da proposta do Governo do Estado em rela&ccedil;&atilde;o ao percentual de corre&ccedil;&atilde;o salarial da data-base dos servidores p&uacute;blicos.<br />
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Representantes de v&aacute;rias categorias sindicais estiveram na manh&atilde; desta sexta-feira (22) na Secad para pressionar o Governo, no entanto, o secret&aacute;rio n&atilde;o antecipou qual ser&aacute; a proposta.<br />
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Tamb&eacute;m na segunda-feira est&aacute; marcada uma paralisa&ccedil;&atilde;o de 24 horas do funcionalismo p&uacute;blico. Convocados pelo Sindicato dos Servidores P&uacute;blicos no Estado do Tocantins (Sisepe/TO), os servidores do Quadro Geral, Unitins, Adapec, Ruraltins, Naturatins e administrativos da Secretaria da Fazenda devem aderir ao manifesto. Segundo o presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro, a paralisa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma forma de cobrar e pressionar o governo para o pagamento das progress&otilde;es.<br />
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A reuni&atilde;o do Governo acontecer&aacute; as 17 horas, na Escola de Gest&atilde;o Fazend&aacute;ria (Egefaz), com todas as categorias sindicais. O secret&aacute;rio disse aos sindicalistas que o Estado n&atilde;o questiona os benef&iacute;cios adquiridos pelos servidores, e suspensos por Marcelo Miranda, mas a forma como foram concedidos, levando-se em considera&ccedil;&atilde;o a atual capacidade financeira de pag&aacute;-las que n&atilde;o foi pensada.<br />
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Ainda conforme o secret&aacute;rio, a nova gest&atilde;o do Governo est&aacute; disposta a negociar. <em>&ldquo;As portas est&atilde;o e sempre estar&atilde;o abertas para o di&aacute;logo com sindicatos e associa&ccedil;&otilde;es. Inclusive, para negociarmos, caso a caso&rdquo;</em>, pontuou.<br />
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Geferson destacou tamb&eacute;m que o Estado vive um momento de busca pela legalidade da folha e que essa informa&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo apresentada aos sindicatos. &ldquo;Nesse sentido, as conversas t&ecirc;m sido positivas&rdquo;, assegura.<br />
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Os servidores cobram o pagamento das progress&otilde;es. <em>&ldquo;No &uacute;ltimo dia 17, os servidores fizeram uma mobiliza&ccedil;&atilde;o e o governo posicionou apenas que retroativos das progress&otilde;es ser&atilde;o pagos em seis parcelas, mas ficou pendente a inclus&atilde;o das progress&otilde;es na folha do pagamento&rdquo;,</em> explicou Pinheiro. Segundo eles, a orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; que, desta vez, o servidor v&aacute; para o trabalho, bata o ponto, mas nem ligue o computador.&nbsp;</span>

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