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Polícia apreende veículo clonado no pátio da Assembleia em posse de assessor de deputado estadual

admin -

<span style="font-size:14px;">A Delegacia Estadual de Repress&atilde;o a Furtos e Roubos de Ve&iacute;culos Automotores apreendeu na &uacute;ltima quinta-feira (21), um carro clonado no estacionamento da Assembleia Legislativa do Tocantins, em Palmas. Segundo o Delegado Rossilio Souza Correia, o ve&iacute;culo Pajero Dakar, com chassis, placas e vidros adulterados, al&eacute;m do documento falso, estava posse de um assessor parlamentar.<br />
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A Pol&iacute;cia n&atilde;o divulgou o nome do parlamentar e nem do assessor. Mas, conforme apurado, o ve&iacute;culo estava em posse de Marcos Ramos Moura, que trabalha no gabinete do deputado Eli Borges (PROS), que tamb&eacute;m &eacute; presidente regional do Pros. De acordo o delegado Rossilio, o referido autom&oacute;vel &eacute; considerado pela pol&iacute;cia como &ldquo;ve&iacute;culo duble e/ou carro clonado&rdquo;.<br />
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<em>&ldquo;O carro clonado &eacute; o que tem suas caracter&iacute;sticas originais reproduzidas, pela semelhan&ccedil;a de cor, modelo, igualdade de placa e de numera&ccedil;&atilde;o do chassi. &Eacute; o mesmo que carro dubl&ecirc;, que significa duplo,&rdquo;</em> explicou.<br />
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Ainda segundo a Pol&iacute;cia, o assessor parlamentar ser&aacute; indiciado pelo crime de Recepta&ccedil;&atilde;o e, se condenado, a pena pode variar de 1 a 4 anos de reclus&atilde;o.<br />
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<u><strong>Resposta do Deputado</strong></u><br />
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Em nota, a assessoria Jur&iacute;dica do deputado Eli Borges informou que Marcos foi exonerado, assim que o parlamentar tomou conhecimento do assunto. Ressaltou que o referido servidor preencheu todos os requisitos legais para ser nomeado no quadro de servidores comissionados da Assembleia Legislativa, goza de &iacute;ntegra reputa&ccedil;&atilde;o no meio social e nada tem que o possa desabonar.<br />
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A nota diz que &ldquo;nesse infeliz epis&oacute;dio, a ser esclarecido pelos &oacute;rg&atilde;os administrativos, deve ser evitada qualquer especula&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, por ser prematura e abusiva, e ter reflexo no direito de imagem de pessoas nele n&atilde;o envolvidas, caso em que o nome do deputado n&atilde;o pode e n&atilde;o deve ser envolvido em eventuais condutas particulares de que n&atilde;o tem conhecimento e muito menos participa&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<br />
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A assessoria do deputado enfatizou que segundo a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal &quot;ningu&eacute;m ser&aacute; considerado culpado at&eacute; o tr&acirc;nsito em julgado de senten&ccedil;a penal condenat&oacute;ria, e poss&iacute;vel veicula&ccedil;&atilde;o de nomes e supostas condutas, e a vincula&ccedil;&atilde;o dessas com pessoas e institui&ccedil;&otilde;es alheias a fatos a serem apurados pode, como j&aacute; se afirmou, aflorar direito &agrave; inviolabilidade e &agrave; dignidade dessas &uacute;ltimas.&rdquo;</span>

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