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Halum chama Federação Tocantinense de Futebol de "capitania hereditária"; Quintanilha comanda há 26 anos

admin -

<span style="font-size:14px;">O deputado federal C&eacute;sar Halum (PRB-TO) assinou nesta quarta-feira, 27, requerimento solicitando a cria&ccedil;&atilde;o de comiss&atilde;o parlamentar de inqu&eacute;rito (CPI) na C&acirc;mara, para investigar a Confedera&ccedil;&atilde;o Brasileira de Futebol (CBF). O pedido, que precisa de 171 assinaturas para ser protocolado, j&aacute; possu&iacute;a mais de 100 at&eacute; o momento do fechamento desta mat&eacute;ria.<em> &quot;Este &eacute; o momento de definitivamente moralizarmos o nosso futebol, e n&atilde;o podemos perder a oportunidade. Esperamos desmontar de uma vez por todas essa caixa-preta que existe dentro da CBF e de suas afiliadas&quot;</em>, afirmou o deputado.<br />
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Halum tamb&eacute;m criticou as reelei&ccedil;&otilde;es constantes dos presidentes das federa&ccedil;&otilde;es estaduais de futebol e ligas. O republicano citou como exemplo o Tocantins, que desde sua cria&ccedil;&atilde;o, h&aacute; 26 anos, tem Leomar Quintanilha como presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Tocantinense de Futebol, que segundo o parlamentar tem se ausentado bastante, deixando um superintendente &ldquo;vital&iacute;cio&rdquo; no comando.<br />
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&ldquo;<em>Mesmo com todo respeito que tenho ao atual presidente, creio que &eacute; preciso acabar com essas verdadeiras capitanias heredit&aacute;rias no esporte, pelo futuro das federa&ccedil;&otilde;es e confedera&ccedil;&atilde;o. Isso atrapalha o desenvolvimento e inova&ccedil;&atilde;o de ideias que podem ser melhor para a modalidade, al&eacute;m de impedir que o nosso futebol profissional cres&ccedil;a. Hoje os times seguem sozinhos e sem apoios, enquanto isso a federa&ccedil;&atilde;o s&oacute; os explora&rdquo;</em>, concluiu.<br />
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<u><strong>Pris&otilde;es na Fifa</strong></u><br />
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Na manh&atilde; da &uacute;ltima quarta-feira (27) a Ag&ecirc;ncia Federal de Investiga&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos (FBI), por meio da pol&iacute;cia da Su&iacute;&ccedil;a, prendeu sete dirigentes ligados &agrave; Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Futebol (Fifa) por suspeitas de corrup&ccedil;&atilde;o, lavagem de dinheiro e extors&atilde;o envolvendo a organiza&ccedil;&atilde;o de competi&ccedil;&otilde;es e contratos de marketing e televisionamento. Entre eles est&aacute; o ex-presidente da CBF Jos&eacute; Maria Marin, que deixou o cargo em abril deste ano. Ele atualmente ocupa uma das cinco vice-presid&ecirc;ncias da entidade.</span>

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