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Sindicatos tentam último diálogo com Marcelo Miranda e avisam: "se insistir em 1%, greve geral será única alternativa"

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Os sindicatos que representam todas as categorias de servidores p&uacute;blicos do Tocantins prometeram fazer uma &uacute;ltima tentativa de audi&ecirc;ncia com o governador Marcelo Miranda (PMDB), na segunda-feira (1&ordm; de junho), para que ele reveja o parcelamento da data-base e cumpra com os acordos das progress&otilde;es.<br />
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A delibera&ccedil;&atilde;o foi tomada durante reuni&atilde;o na quinta-feira, 28 de maio, entres os l&iacute;deres sindicais. Por lei, o governo deveria repor as perdas salariais da infla&ccedil;&atilde;o na folha de maio (que &eacute; paga em junho), mas a proposta do Governo desagradou todas as categorias.<br />
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Segundo o Governo do Estado, a revis&atilde;o salarial dos servidores ser&aacute; de 8,34%. J&aacute; o pagamento ser&aacute; dividido em tr&ecirc;s parcelas e, duas delas s&oacute; em 2016. Para o secret&aacute;rio de Administra&ccedil;&atilde;o, a proposta de pagar&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">1% em junho de 2015, e o restante em 2016,&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">j&aacute; representa um &ldquo;grande&nbsp;avan&ccedil;o&rdquo;. J&aacute; para os sindicatos o an&uacute;ncio foi visto como uma &ldquo;piada&rdquo;.<br />
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As entidades afirmaram que n&atilde;o concordam com outra proposta que n&atilde;o seja o pagamento integral do &iacute;ndice de 8.3407%, em parcela &uacute;nica e na folha de pagamento de maio, conforme prev&ecirc; a legisla&ccedil;&atilde;o estadual.<br />
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Na ter&ccedil;a-feira, 2 de junho, v&aacute;rias categorias j&aacute; marcaram assembleias gerais, e, depois, todas v&atilde;o se juntar em uma passeata pelas Secretarias, Assembleia Legislativa e Pal&aacute;cio Araguaia. <em>&ldquo;A passeata &eacute; para mostrar o rep&uacute;dio a essa proposta de 1%&rdquo;</em>, destacou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Moisemar Marinho.<br />
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Para o Sinpol, se o governo insistir com essa proposta, a greve geral dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos ser&aacute; a &uacute;nica alternativa.<br />
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O presidente do Sindicato dos Cirurgi&otilde;es Dentistas, Ricardo Camolesi, disse que as entidades t&ecirc;m tentado, a todo custo, conduzir a negocia&ccedil;&atilde;o por meio do di&aacute;logo, mas o Governo &ldquo;parece surdo&rdquo; aos apelos e tem &ldquo;tratado os servidores com desrespeito&rdquo;, ao achar que ser&atilde;o vencidos por argumentos &quot;insustent&aacute;veis e falsos&quot;. <em>&ldquo;&Eacute; inaceit&aacute;vel pensar que um Governador que se diz democr&aacute;tico e defensor dos servidores p&uacute;blicos, sequer consegue agendar uma reuni&atilde;o com as entidades que representam o servidor&rdquo;</em>, afirmou Ricardo Camolesi .<br />
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Ainda conforme o sindicalista, o servidor p&uacute;blico n&atilde;o pode ser penalizado pela &quot;incompet&ecirc;ncia administrativa&quot; do Governo do Estado. <em>&ldquo;Caso o governador n&atilde;o cumpra com o pagamento integral da data-base, em parcela &uacute;nica, n&atilde;o nos caber&aacute; outra alternativa que n&atilde;o seja greve geral&rdquo;</em>, refor&ccedil;ou.<br />
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<u><strong>Data-base do TCE, AL, Judici&aacute;rio e MP j&aacute; foi sancionada</strong></u><br />
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Embora a data-base dos servidores do Poder Executivo esteja vivendo esse impasse, o governador Marcelo Miranda (PMDB) j&aacute; sancionou as leis que disp&otilde;em sobre o mesmo benef&iacute;cio para os servidores da Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas (TCE), Minist&eacute;rio P&uacute;blico e Poder Judici&aacute;rio. Os atos foram publicados no Di&aacute;rio Oficial da &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira, 26.<br />
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Para os servidores da Assembleia Legislativa foi concedido reajuste de 8,1286%; aos efetivos e comissionados do Tribunal de Contas o &iacute;ndice foi de 7,95%; ao quadro auxiliar do Minist&eacute;rio P&uacute;blico, a revis&atilde;o tamb&eacute;m foi de 7,95%. Para o Judici&aacute;rio a revis&atilde;o ficou em 6,22%. Os vencimentos reformulados come&ccedil;am a valer na folha deste m&ecirc;s, que &eacute; paga em junho.</span>

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