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Luana fala em 20 mil temporários e comissionados e Eduardo diz: "alguns estão apenas recebendo"

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Os deputados estaduais Luana Ribeiro (PR) e Eduardo Siqueira Campos (PTB) n&atilde;o economizaram nas cobran&ccedil;as ao Governo do Estado durante a sess&atilde;o desta ter&ccedil;a-feira (2) na Assembleia Legislativa do Tocantins. Os parlamentares criticaram novamente a proposta de parcelamento da corre&ccedil;&atilde;o salarial da data-base e apresentaram n&uacute;meros referentes ao excesso de servidores comissionados e em contratos tempor&aacute;rios.<br />
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Segundo a deputada Luana Ribeiro, o Governo do Estado tem hoje 17.996 contratos tempor&aacute;rios e 2.136 cargos comissionados. <em>&ldquo;E a cada Di&aacute;rio Oficial este n&uacute;mero cresce. Mas de forma contradit&oacute;ria, mesmo precisando de mais gente, o governo cancelou o edital com o cadastro de reserva do &uacute;ltimo concurso. Quem entende?</em>&rdquo;, questionou Luana. De acordo com a parlamentar, hoje o governo tem um custo mensal de R$ 22 milh&otilde;es somente com comissionados e contratos especiais.<br />
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Eduardo Siqueira Campos tamb&eacute;m cobrou a redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de servidores comissionados e a falta de transpar&ecirc;ncia do novo governo. <em>&ldquo;Sinceramente, n&atilde;o imagino algumas dessas pessoas saindo de suas casas e indo trabalhar. Mas sim, est&atilde;o apenas recebendo os sal&aacute;rios</em>&rdquo;, afirmou o Parlamentar ao citar nomea&ccedil;&otilde;es de ex-prefeitos municipais, com nomea&ccedil;&atilde;o j&aacute; publicada no Di&aacute;rio Oficial.<br />
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Conforme Eduardo Siqueira, o governador Marcelo Miranda n&atilde;o reduziu o n&uacute;mero de Secretarias e nem cargos em comiss&atilde;o como anunciado no in&iacute;cio do governo.<br />
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<u><strong>Data-base parcelada</strong></u><br />
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Luana Ribeiro ainda criticou a decis&atilde;o do governo do Estado em parcelar a data-base dos servidores. <em>&ldquo;Expliquem-me como que uma corre&ccedil;&atilde;o salarial anual pode ser parcelada? Se ela j&aacute; existe para corrigir uma defasagem? </em>&rdquo;, questionou Luana.<br />
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A parlamentar argumentou que espera que a Justi&ccedil;a n&atilde;o permita que o parcelamento aconte&ccedil;a. <em>&ldquo;E n&atilde;o me venham com a mesma desculpa de que &lsquo;pegamos o estado quebrado, n&atilde;o havia recursos em caixa&rsquo;. Esta desculpa est&aacute; velha, caduca. J&aacute; passa da hora de o governo assumir as r&eacute;deas dessa administra&ccedil;&atilde;o.&nbsp; S&atilde;o quase 200 dias de governo&rdquo;</em>, afirmou.<br />
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Nesta ter&ccedil;a o governo apresentou uma nova proposta, em duas parcelas iguais, sendo 4,17% no pr&oacute;ximo pagamento e a outra metade em novembro deste ano.&nbsp; Por&eacute;m, o Governo adiantou que dessa forma, as progress&otilde;es n&atilde;o ser&atilde;o mais implementadas em 2015.</span>

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