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Evangélicos criticam novela Babilônia e comercial do Boticário

admin -

<span style="font-size:14px;">Alvo de boicote por lideran&ccedil;as religiosas, a campanha de cosm&eacute;ticos para o Dia dos Namorados do Botic&aacute;rio foi criticada&nbsp;pelos participantes da Marcha Para Jesus, ocorrida nesta quinta-feira (4), em S&atilde;o Paulo (SP). A pe&ccedil;a publicit&aacute;ria da maior rede de perfumes do Pa&iacute;s inclui imagens de casais homossexuais&nbsp;consumindo produtos da marca.<br />
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<em>&quot;Quando eu assisto a uma luta, fico com vontade de lutar. As crian&ccedil;as assistem e querem fazer igual. Essa propaganda estimula as&nbsp;pessoas a mudar o comportamento&quot;</em>, reclamou o estudante Carlos Gabriel Medrado, de 15 anos. Evang&eacute;lico da Igreja Pentecostal Palavra&nbsp;Viva, em Sapopemba, na zona leste da capital, o jovem disse que o comercial vai fazer aumentar o preconceito contra os gays. <em>&quot;N&atilde;o tenho&nbsp;nada contra, mas essa exposi&ccedil;&atilde;o s&oacute; piora</em>&quot;. Ele disse frequentar a igreja &quot;desde que nasceu&quot; e veio &agrave; Marcha pela quinta vez com a irm&atilde;&nbsp;Elo&iacute;se Medrado, de 25. Ela concorda com o ca&ccedil;ula. <em>&quot;Sou contra o casamento de pessoas do mesmo sexo&quot;.</em><br />
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A estudante Damares Viana, de 19 anos, diz &quot;temer pelo futuro das crian&ccedil;as&quot;. por causa da exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; propaganda. &quot;<em>Voc&ecirc; quer ter um&nbsp;filho homossexual? N&atilde;o gostaria que meus futuros filhos vissem isso na TV, influencia&quot;</em>, criticou. <em>&quot;Homossexualismo j&aacute; existe h&aacute; muito&nbsp;tempo, mas eles t&ecirc;m que aceitar nosso direito de n&atilde;o concordar&quot;.</em><br />
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J&aacute; a auxiliar de sa&uacute;de bucal Ang&eacute;lica Souza, de 33 anos e frequentadora da Igreja Evang&eacute;lica Crist&atilde; diz que o comercial desrespeita os&nbsp;preceitos de sua religi&atilde;o. &quot;<em>Deus fez Ad&atilde;o e Eva. N&atilde;o &eacute; Ad&atilde;o e Ad&atilde;o nem Eva e Eva&quot;</em>. O estudante Rafael Dias, da Assembleia de Deus,&nbsp;concorda. <em>&quot;Homem nasceu com p&ecirc;nis para reproduzir com mulher&quot;.</em><br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/20150320172228519382e.jpeg" style="width: 300px; height: 165px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />De 15 participantes da Marcha ouvidos pela reportagem, s&oacute; a estudante Ingrid Tain&aacute;, de 19 anos, saiu em defesa da propaganda. <em>&quot;Por&nbsp;mim tanto faz, cada um pratica o que quer. Tem tanta coisa pior acontecendo no Brasil, como falta de m&eacute;dicos, viol&ecirc;ncia e acidentes.&nbsp;Deviam parar de se preocupar com algo que n&atilde;o afeta a vida de ningu&eacute;m</em>&quot;, disse a jovem, que frequenta a Igreja Oliveira, na zona norte&nbsp;da capital.<br />
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A novela Babil&ocirc;nia, transmitida na Rede Globo, tamb&eacute;m foi alvo de reclama&ccedil;&otilde;es. A trama exibiu, logo no primeiro cap&iacute;tulo, um beijo do&nbsp;casal gay formado pelas personagens Estela (Fernanda Montenegro) e Teresa (Nathalia Timberg). &quot;<em>Se eles colocam todo mundo vestido&nbsp;de preto na novela, o p&uacute;blico come&ccedil;a a usar s&oacute; preto. O povo brasileiro tem essa cultura de seguir o que est&aacute; nas novelas, inclusice o&nbsp;comportamento&quot;</em>, diz o t&eacute;cnico em telefonia Marco Aur&eacute;lio Rodrigues, de 49 anos e adepto da Igreja Quadrangular. Para ele, o casal na&nbsp;tela pode influenciar o telespectador a ter rela&ccedil;&otilde;es homoafetivas.<br />
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A copeita Elaine Cristina Val, de 49 anos, concordou. <em>&quot;Uma pessoa que est&aacute;&nbsp;indefinida quanto aos relacionamentos por ter passado lor uma frustra&ccedil;&atilde;o amorosa pode olhar para aquilo e achar que &eacute; o certo.&nbsp;Respeito a op&ccedil;&atilde;o das pessoas escolherem o que querem, mas isso aqui &eacute; um evento evang&eacute;lico. Aqui n&oacute;s seguimos a palavra de Deus, do&nbsp;jeito que Cristo ensinou&quot;</em>.<br />
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O pastor Erivan Carlos, da Igreja Unidos pela F&eacute;, em Francisco Morato, criticou o boicote. <em>&quot;Cada um escolhe o que quer fazer&nbsp;da vida. Eu, por exemplo, escolhi ser pastor. Acolhemos quem quiser ser acolhido&quot;,</em> disse ele. Apesar de n&atilde;o entender a&nbsp;homossexualidade como uma doen&ccedil;a, Carlos contou que todos os gays que entraram em sua igreja foram &quot;curados&quot;. <em>&quot;Eu n&atilde;o fa&ccedil;o&nbsp;boicote porque prefiro a palavra como salva&ccedil;&atilde;o. Eles entram gays e depois se convertem, mudam de vida&quot;</em>. O pastor comparou os gays a&nbsp;dependentes qu&iacute;micos. &quot;<em>Veja s&oacute; no caso dos drogados. Muitos entram na igreja, n&atilde;o sabem o caminho. Quando decidem ouvir a palavra&nbsp;de deus, saem desse mundo&quot;,</em> afirmou.</span>

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