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Risco de acidentes com animais peçonhentos aumenta na temporada de praias; já são 1.162 casos em 2015

admin -

<span style="font-size:14px;">O Tocantins registra, anualmente, um n&uacute;mero consider&aacute;vel de acidentes com animais pe&ccedil;onhentos, entre eles serpentes, jararacas, cascav&eacute;is e escorpi&otilde;es. De acordo com a Secretaria de Estado Sa&uacute;de (Sesau), mais de 2,5 mil notifica&ccedil;&otilde;es de acidentes com este tipo de animal foram registrados no Tocantins em 2014. Entre janeiro e maio deste ano, os registros j&aacute; mostram 1.162 casos. No entanto, a potencialidade h&iacute;drica aliada &agrave;s temporadas sazonais de praia em diversos munic&iacute;pios tocantinenses aumentou a preocupa&ccedil;&atilde;o quanto a acidentes com animais aqu&aacute;ticos.&nbsp; De acordo com a Sesau, uma solicita&ccedil;&atilde;o j&aacute; foi encaminhada ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS) para inserir as arraias de &aacute;gua doce no quadro nacional de notifica&ccedil;&otilde;es de acidentes com animais pe&ccedil;onhentos.<br />
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De acordo com bi&oacute;loga Shirley Barbosa, respons&aacute;vel pela &aacute;rea t&eacute;cnica de animais pe&ccedil;onhentos da Sesau, a solicita&ccedil;&atilde;o para incluir as arraias no quadro nacional de notifica&ccedil;&otilde;es foi feita devido &agrave; potencialidade h&iacute;drica do Estado. <em>&ldquo;O Tocantins possui muitos rios e c&oacute;rregos. Com as temporadas de praias acontecendo entre os meses de junho a agosto, estes n&uacute;meros de acidentes aumentam. Mesmo que n&atilde;o haja letalidade, no acidente com arraia, al&eacute;m da dor, existe a possibilidade de causar infec&ccedil;&atilde;o e impossibilitar o acidentado para o trabalho&rdquo;</em>, afirmou.<br />
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No Estado, a maioria de acidentes com serpentes acontece na zona rural, sendo que a maioria dos registros s&atilde;o picadas de jararaca, seguido da cascavel. J&aacute; na Capital, a maior incid&ecirc;ncia &eacute; das picadas de escorpi&atilde;o, onde, at&eacute; o momento, j&aacute; foram registrados 52 acidentes, seguidos de 18 casos de picadas de serpentes.<br />
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Entre 1&ordm; de janeiro e 27 de abril de 2015, foram registrados 1.162 acidentes com animais pe&ccedil;onhentos no Tocantins. Outros tipos de animais envolvidos nos casos s&atilde;o abelhas, lagartas e aranhas. No ano passado, os acidentes com serpentes e escorpi&otilde;es tamb&eacute;m foram os mais registrados. Dos 2.572 acidentes notificados em todo o ano de 2014 no Estado, 796 notifica&ccedil;&otilde;es envolviam acidentes com serpentes e 716 com escorpi&otilde;es.<br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/Foto%204%20-%20Surucucu%20do%20Papo%20Amarelo%20-%20Foto%20Reprodu%E7%E3o.JPG" style="width: 300px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right; height: 180px;" />A bi&oacute;loga afirmou ainda que 80% dos munic&iacute;pios tocantinenses possuem unidades de sa&uacute;de com a medica&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria em caso de acidentes, abrangendo todos os munic&iacute;pios do Estado. Entretanto, ela ressaltou que o atendimento precisa ser imediato. <em>&ldquo;A pessoa atacada precisa buscar r&aacute;pido o atendimento para n&atilde;o haver complica&ccedil;&atilde;o do quadro de sa&uacute;de</em>&rdquo;, ressaltou.<br />
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<u><strong>Acidente</strong></u><br />
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Moradora da Capital, a engenheira civil Renata Daher passou por uma situa&ccedil;&atilde;o desagrad&aacute;vel. H&aacute; cerca de oito meses, ela estava se divertindo em uma das ilhas do Lago de Lajeado, quando foi atacada por uma arraia ao colocar o p&eacute; no ch&atilde;o. <em>&ldquo;Senti uma pequena fisgada no ded&atilde;o do p&eacute; esquerdo. Na hora, pensei que se tratava apenas de um espinho, mas depois come&ccedil;ou a doer tanto que tive que ir ao Pronto Atendimento tomar medica&ccedil;&atilde;o forte para passar a dor&rdquo;,</em> afirmou.<br />
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Ainda de acordo com a engenheira civil, ap&oacute;s o susto, ela teve que tomar uma s&eacute;rie de medicamentos para conter um poss&iacute;vel quadro infeccioso. <em>&ldquo;Com uma semana, eu pensei que j&aacute; estava recuperada, mas a ferida n&atilde;o cicatrizou direito. Tive que ficar 20 dias em repouso absoluto&rdquo;</em>, disse.<br />
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<strong><u>Precau&ccedil;&otilde;es</u></strong><br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/Foto%202%20-%20Shirley%20Barbosa%20Feitosa%20-%20Biologa%20area%20tec_animais%20peconhentos-SESAU%20Foto%20Tharson%20Lopes%20Secom.JPG" style="width: 300px; height: 180px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: left;" />Dentre as principais medidas necess&aacute;rias para se evitar acidentes com animais pe&ccedil;onhentos, est&aacute; a higiene. Portanto, as recomenda&ccedil;&otilde;es mais importantes s&atilde;o n&atilde;o acumular entulho, lixo dom&eacute;stico, ferragens, telhas e tijolos; conservar quintais, jardins e terrenos baldios limpos; manter o lixo armazenado em sacos pl&aacute;sticos e combater infesta&ccedil;&otilde;es de baratas e roedores.<br />
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Al&eacute;m disso, &eacute; necess&aacute;rio andar sempre cal&ccedil;ado; nunca introduzir a m&atilde;o em frestas ou buracos no ch&atilde;o, como tocas de tatus e cupinzeiros; colocar telas nas janelas; vedar ralos de pia, tanque, ch&atilde;o e soleiras de portas com saquinhos de areia ou frisos de borracha. Roupas, cal&ccedil;ados e toalhas devem ser sempre examinados antes de usados.</span><br />

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