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Governo tem 60 dias para apresentar realidade dos hospitais; órgãos cobram soluções para ineficiência

admin -

<span style="font-size:14px;">Aconteceu nesta sexta-feira, 19, na sede do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF), em Palmas, uma audi&ecirc;ncia administrativa com o objetivo de debater os problemas levantados no Inqu&eacute;rito Civil que constatou as principais causas da inefici&ecirc;ncia na gest&atilde;o dos hospitais vinculados &agrave; Secretaria de Sa&uacute;de do Estado do Tocantins.<br />
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A Promotora de Justi&ccedil;a Maria Roseli de Almeida Pery relatou que problemas que j&aacute; se arrastam por duas d&eacute;cadas necessitam de solu&ccedil;&otilde;es imediatas e permanentes, a fim de garantir o atendimento pleno dos pacientes da rede p&uacute;blica de sa&uacute;de. &ldquo;<em>Definimos um prazo de 60 dias para que a Sesau apresente relat&oacute;rio acerca de informa&ccedil;&otilde;es que retratam a realidade dos hospitais. O Estado deve ter autonomia e tomar decis&otilde;es importantes que requer o enfrentamento de grandes desafios, inclusive pol&iacute;ticos, para que a Sesau consiga ser resolutiva na gest&atilde;o dos hospitais e evitar o dano ao er&aacute;rio, por meio de servi&ccedil;os hospitalares ociosos&rdquo;</em>, comentou.<br />
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Entre os pontos discutidos est&atilde;o o quantitativo insuficiente de pessoal, escala de profissionais de sa&uacute;de incompat&iacute;vel, falta de controle de ponto digital de todos os funcion&aacute;rios e m&eacute;dicos, falta de auditoria para apurar o excessivo n&uacute;mero de atestados m&eacute;dicos de servidores, interna&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, entre outros assuntos.<br />
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O Secret&aacute;rio Estadual de Sa&uacute;de, Samuel Bonilha, diante do descumprimento das ordens judiciais e acordos homologados nos anos de 2014 e 2015, assumiu o compromisso de analisar as demandas judiciais e administrativas pendentes e cumpri-las imediatamente. O Defensor P&uacute;blico Arthur Luiz de P&aacute;dua Marques entregou ao secret&aacute;rio a rela&ccedil;&atilde;o das &uacute;ltimas demandas individuais de sa&uacute;de e expedientes administrativos pendentes de cumprimento por parte do Estado.<br />
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Quanto &agrave;s demandas eletivas, o secret&aacute;rio tamb&eacute;m se comprometeu a reavaliar os pacientes encaminhados pelos &oacute;rg&atilde;os de controle (MPE, MPF, DPE e DPU), de modo a identificar se o paciente segue como eletivo ou evolui para a situa&ccedil;&atilde;o de urg&ecirc;ncia ou emerg&ecirc;ncia.<br />
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Uma nova reuni&atilde;o ser&aacute; marcada para tratar dos demais pontos levantados no Inqu&eacute;rito Civil. Al&eacute;m de Maria Roseli (MPE), Arthur P&aacute;dua (DPE) e Samuel Bonilha (Sesau), participaram da reuni&atilde;o o Procurador da Rep&uacute;blica, George Neves Lodder (MPF), o auditor do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de, Carlos Eduardo Viana Santos (Denasus), Adriana Lopes (Sesau), Maria Gleyd Silva (Sesau), Pablo Ara&uacute;jo (Sesau), Margareth Amorim (Sesau), Ludmila Barbosa (Sesau), Priscila Peretti (Sesau) e Lu&iacute;za Noleto (Sesau).</span>

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