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Processos de cassação contra Marcelo Miranda, Claudia Lelis, Gaguim e Eduardo Siqueira estão na pauta de julgamento

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Est&aacute; na pauta de julgamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desta ter&ccedil;a-feira, 23 de junho, o julgamento de v&aacute;rios processos que, se considerados procedentes, v&atilde;o provocar uma revolu&ccedil;&atilde;o no cen&aacute;rio pol&iacute;tico tocantinense.<br />
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Entre os julgamentos previstos, est&aacute; a a&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Eleitoral que pede a cassa&ccedil;&atilde;o dos diplomas do governador Marcelo Miranda (PMDB) e da vice Claudia Lelis (PV) e a inelegibilidade por oito anos por abuso de poder pol&iacute;tico e caixa 2 durante a campanha de 2014. A sess&atilde;o come&ccedil;a &agrave;s 17 horas. O mesmo pedido foi feito pela Coliga&ccedil;&atilde;o &quot;A mudan&ccedil;a que a gente v&ecirc;&quot;, do ex-governador Sandoval Cardoso.<br />
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O Minist&eacute;rio P&uacute;blico defende que h&aacute; ind&iacute;cios de caixa 2 na campanha do governador. Durante o per&iacute;odo eleitoral, houve a pris&atilde;o em flagrante de quatro pessoas no aeroporto da cidade de Piracanjuba (GO) com R$ 500 mil em esp&eacute;cie dentro de um avi&atilde;o. O dinheiro havia sido sacado momentos antes da conta de Lucas Marinho Ara&uacute;jo, de onde j&aacute; havia sido transferido mais de um milh&atilde;o de reais para outras contas-correntes no Tocantins.<br />
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Tamb&eacute;m foi constatada uma movimenta&ccedil;&atilde;o incomum de contas correntes no Tocantins. Para o Minist&eacute;rio P&uacute;blico, o dinheiro n&atilde;o declarado foi direcionado &agrave;s campanhas do PMDB do Estado.<br />
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Ainda segundo o MP, o carro utilizado pelo grupo preso encontrava-se &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da campanha eleitoral do PMDB e a locadora aparece na presta&ccedil;&atilde;o de contas do comit&ecirc; financeiro do partido.<br />
<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/images-cms-image-000394012.jpg" style="width: 600px; height: 214px;" /><br />
<em>&quot;A utiliza&ccedil;&atilde;o da aeronave tamb&eacute;m refor&ccedil;a a afirma&ccedil;&atilde;o que todo o esquema era organizado pela campanha eleitoral do PMDB. O laudo pericial realizado pela Pol&iacute;cia Civil de Goi&aacute;s traz an&aacute;lise e transcri&ccedil;&atilde;o de anota&ccedil;&otilde;es de bordo constando diversas viagens no per&iacute;odo eleitoral com o candidato Gaguim e uma com o candidato Marcelo e comitiva, al&eacute;m de uma nota fiscal emitida por uma empresa de abastecimento a favor do comit&ecirc; financeiro do PMDB&quot;</em>, defende o Minist&eacute;rio P&uacute;blico.<br />
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Um dos presos em flagrante teve as despesas de um hotel em Goi&acirc;nia pagas pelo irm&atilde;o de Marcelo Miranda, Jos&eacute; Edmar Brito Miranda J&uacute;nior. H&aacute; um boleto de cart&atilde;o de cr&eacute;dito e imagens de c&acirc;mera de seguran&ccedil;a do hotel comprovando isto.<br />
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<u><strong>Outros julgamentos</strong></u><br />
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Tamb&eacute;m est&aacute; pautada do TRE-TO a&ccedil;&atilde;o semelhante do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Eleitoral contra o deputado federal Carlos Gaguim (PMDB), por abuso de poder econ&ocirc;mico e poder pol&iacute;tico. Os &ldquo;santinhos&rdquo; que estavam no avi&atilde;o eram de Marcelo e de Gaguim.<br />
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Outras a&ccedil;&otilde;es previstas para serem julgadas envolvem o ex-governador Sandoval Cardoso (SD) e do ent&atilde;o candidato ao governo, senador Ata&iacute;des Oliveira (PSDB), pela Coliga&ccedil;&atilde;o Reage Tocantins. A coliga&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pede a cassa&ccedil;&atilde;o de Marcelo, Cl&aacute;udia e tamb&eacute;m do deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (PTB). As acusa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o abuso de poder econ&ocirc;mico e abuso de poder pol&iacute;tico durante as elei&ccedil;&otilde;es de 2014.</span>

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