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Polícia Civil prende empresário de Araguaína que receberia R$ 500 mil de indenização da Celtins usando documentos falsos

admin -

<u><span style="font-size:14px;">Da Reda&ccedil;&atilde;o</span></u><br />
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<span style="font-size:14px;">Um empres&aacute;rio do ramo de copiadoras foi preso na tarde desta quinta-feira (25), em Aragua&iacute;na (TO), acusado de falsidade ideol&oacute;gica. A pris&atilde;o de Cleirismar Vieira Cabral, de 40 anos, foi feita pela equipe da Delegacia de Pol&iacute;cia Fazend&aacute;ria. O empres&aacute;rio j&aacute; tinha sido preso no dia 21 de maio por crime de viola&ccedil;&atilde;o de direitos autorais e liberado ap&oacute;s pagar fian&ccedil;a de 3 mil reais.<br />
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Naquela data, o empres&aacute;rio havia se identificado como Cleudimar Veiga Cabral. Desconfiados da veracidade das informa&ccedil;&otilde;es prestadas, a pol&iacute;cia passou a investig&aacute;-lo e descobriu que &quot;Cabral&quot; usava documentos com nomes diferentes, inclusive nos registros das empresas.<br />
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Durante abordagem nesta quinta, Cleirismar apresentou o documento do ve&iacute;culo em seu nome, mas a CNH no nome falso, de Cleudimar, embora usasse a mesma foto e sobrenomes parecidos. Ele tamb&eacute;m possui duas carteiras de identidades, uma do Tocantins e outra de Goi&aacute;s. O empres&aacute;rio &eacute; propriet&aacute;rio da Aquarela e Copytec Copiadoras. A pol&iacute;cia descobriu ainda que ele usava o CNPJ de outra empresa, j&aacute; fechada [Copytonner], na nova empresa.<br />
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Para desvendar o emaranhado de informa&ccedil;&otilde;es contradit&oacute;rias, a pol&iacute;cia solicitou um laudo papilosc&oacute;pico para confrontar as impress&otilde;es digitais, foi quando a fraude foi descoberta.<br />
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<strong><u>A&ccedil;&atilde;o judicial de meio milh&atilde;o</u></strong><br />
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Segundo a delegada T&acirc;nia Cunha, respons&aacute;vel pelas investiga&ccedil;&otilde;es, o empres&aacute;rio tamb&eacute;m usou os documentos falsos para ingressar com uma a&ccedil;&atilde;o de ressarcimento de danos el&eacute;tricos contra a Celtins/Energisa, no valor de 500 mil reais.&nbsp;&nbsp;<br />
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De acordo a delegada, Cabral ganhou a a&ccedil;&atilde;o e estava prestes a receber a indeniza&ccedil;&atilde;o. J&aacute; a Celtins foi condenada &agrave; revelia, quando a parte n&atilde;o comparece &agrave; audi&ecirc;ncia e nem apresenta defesa. &ldquo;<em>Foi o &uacute;nico processo em que a concession&aacute;ria de energia foi condenada &agrave; revelia</em>&rdquo;, disse a delegada, que estranhou a situa&ccedil;&atilde;o. A Pol&iacute;cia Civil tamb&eacute;m investigar&aacute; poss&iacute;vel crime de estelionato.<br />
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<strong><u>Outros crimes ser&atilde;o investigados</u></strong><br />
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A Pol&iacute;cia Civil ainda vai apurar se o empres&aacute;rio praticou crimes contra a ordem tribut&aacute;ria. Informa&ccedil;&otilde;es j&aacute; foram solicitadas &agrave; Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz). <em>&ldquo;N&atilde;o sabemos at&eacute; que ponto houve crime contra a ordem tribut&aacute;ria. Nesse momento n&oacute;s vamos autuar ele por falsidade ideol&oacute;gica e fazer um levantamento de todas as outras a&ccedil;&otilde;es para analisarmos a tipifica&ccedil;&atilde;o dos crimes</em>&rdquo;, pontou T&acirc;nia Cunha, delegada do caso.</span>

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