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Governo tem condições de atender pauta de reivindicação dos professores se investir os 25% na educação, afirma Sintet

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
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Os profissionais da educa&ccedil;&atilde;o do Tocantins, em greve desde o dia 5 de junho, decidiram suspender o movimento durante o per&iacute;odo de f&eacute;rias escolares. A categoria disse ainda que aguarda melhores propostas do Governo do Estado.<br />
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O Sindicato dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o (Sintet) continua exigindo o pagamento da data-base de 8,3% em parcela &uacute;nica e das progress&otilde;es 2013 e 2014 ainda em 2015.<br />
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Quanto &agrave; elei&ccedil;&atilde;o de diretores, o sindicato afirmou que &eacute; &quot;inadmiss&iacute;vel&quot; que haja qualquer tipo de sele&ccedil;&atilde;o antecedendo o processo eleitoral, como foi proposto pela Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o (Seduc). <em>&ldquo;N&atilde;o h&aacute; a menor possibilidade de compactuarmos com m&eacute;todos seletivos discriminando ou beneficiando uns ou outros&rdquo;</em>, Sintet.<br />
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J&aacute; o secret&aacute;rio estadual de Educa&ccedil;&atilde;o Ad&atilde;o Francisco disse em entrevista &agrave; imprensa na &uacute;ltima segunda-feira (29) que n&atilde;o h&aacute; como ter avan&ccedil;os na proposta porque &quot;o Estado est&aacute; quebrado&quot;. <em>&ldquo;Ora, se o Estado est&aacute; quebrado de quem &eacute; a culpa? Do professor? Do Servidor p&uacute;blico? Quem deve ser penalizado? Os trabalhadores?</em>&rdquo;, questionou o sindicato.<br />
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Para os professores, &eacute; preciso explicar para a sociedade porque o Estado est&aacute; quebrado e quem quebrou esse Estado.<br />
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<u><strong>Gastando menos do que o exigido em lei</strong></u><br />
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O Sindicato tamb&eacute;m contestou a afirma&ccedil;&atilde;o do secret&aacute;rio Ad&atilde;o de que o governo n&atilde;o teria recursos financeiros para cumprir a proposta da categoria. &ldquo;<em>De acordo com dados levantados pela assessoria cont&aacute;bil, o governo gastou apenas 22,18% do or&ccedil;amento na educa&ccedil;&atilde;o, sendo que 25% deve ser aplicado obrigatoriamente por lei. Segundo os dados a diferen&ccedil;a de 2,82% representa aproximadamente R$ 27 milh&otilde;es, valor esse que atenderia a pauta financeira reivindicada pela categoria&rdquo;,</em> afirmou o Sindicato.<br />
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<strong><u>Valoriza&ccedil;&atilde;o &eacute; meta do Plano Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o</u></strong><br />
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Ainda conforme o Sintet, o governo deve reajustar o sal&aacute;rio dos professores em 27% ao ano para atingir a meta 17 do Plano Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o (PNE), que implica em valorizar os profissionais do magist&eacute;rio das redes p&uacute;blicas da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, a fim de equiparar o rendimento m&eacute;dio dos demais profissionais com escolaridade equivalente, at&eacute; o final do 6&ordm; ano da vig&ecirc;ncia do plano.<br />
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<strong><u>N&atilde;o aceita discurso de que est&aacute; &ldquo;quebrado&rdquo;</u></strong><br />
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O sindicato afirmou categoricamente que &ldquo;n&atilde;o aceita o discurso de que o Estado est&aacute; quebrado e que o trabalhador pague o pre&ccedil;o pela m&aacute; gest&atilde;o p&uacute;blica&rdquo;. Por outro lado, o governo do Tocantins tem registrado aumento nos gastos com pessoal na ordem de R$ 271, 5 milh&otilde;es, quando comparado com os cincos primeiros meses do ano de 2014.<br />
<em>&ldquo;N&atilde;o se vislumbra austeridade na atual pol&iacute;tica de gest&atilde;o de recursos humanos do governo, que at&eacute; anunciou uma redu&ccedil;&atilde;o de gastos, mas n&atilde;o estaria concretizando na pr&aacute;tica</em>&rdquo;, afirmou o Sintet.</span>

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