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Eduardo defende jornada de 6 horas para os servidores e retorno do pagamento no dia 1º de cada mês

admin -

<span style="font-size:14px;">O deputado Eduardo Siqueira Campos (PTB) afirmou, durante a sess&atilde;o desta quarta, 1&ordm; de julho, que n&atilde;o v&ecirc; avan&ccedil;o nas negocia&ccedil;&otilde;es do Governo com os servidores do Quadro Geral, o que faz com que o Projeto de Lei n&ordm; 13, permane&ccedil;a na Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a onde encontra-se h&aacute; mais de uma semana e a greve continue.<br />
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Eduardo tamb&eacute;m voltou a defender o retorno da jornada de seis horas e a volta do pagamento dos sal&aacute;rios aos servidores no dia primeiro de cada m&ecirc;s, e n&atilde;o no dia 12 como ocorre atualmente.<br />
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Eduardo Siqueira relatou a reuni&atilde;o de mais de tr&ecirc;s horas ocorrida na tarde de ter&ccedil;a-feira (30) na Assembleia Legislativa, que contou com presidentes de sindicatos, deputados e secret&aacute;rios de estado. <em>&ldquo;Ouvimos secret&aacute;rios e suas explana&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o houve avan&ccedil;o na proposta do Governo, n&atilde;o vi nenhuma solu&ccedil;&atilde;o palp&aacute;vel. Para acordo tem que ter proposta</em>&rdquo;, afirmou sinalizando tamb&eacute;m sua preocupa&ccedil;&atilde;o com o in&iacute;cio do recesso parlamentar.<br />
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O deputado reiterou ter apresentado proposta visando o pagamento da data-base em parcela &uacute;nica e com o retroativo (relativo a maio e junho) parcelado em quatro vezes (de janeiro a abril de 2016). <em>&ldquo;No Governo passado fui eu que recebi os servidores para negociamos a solu&ccedil;&atilde;o para data-base dos &uacute;ltimos anos, mas hoje n&atilde;o vejo isso acontecer no Governo</em>&rdquo;, comparou.<br />
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Eduardo voltou a questionar a constitucionalidade da proposta de parcelar a data-base em duas vezes, e ainda, a dificuldade que o Executivo provocar&aacute; a si mesmo ao parcelar o retroativo em 24 meses. <em>&ldquo;N&atilde;o pode parcelar o &iacute;ndice, pois &eacute; inconstitucional. E o retroativo? Vai pagar em 24 vezes? E quando chegar maio do ano que vem? Vai acumular com a outra data-base? A crise vai ser ainda mais grave. O tocantinense j&aacute; acordou com mais um aumento na conta de luz e a infla&ccedil;&atilde;o corr&oacute;i o que resta de dinheiro no bolso do trabalhador</em>&rdquo;, afirmou.<br />
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Eduardo voltou a questionar o decreto do Executivo que estabelece o pagamento dos servidores p&uacute;blicos no dia 12, diferente do Governo Siqueira Campos que sempre quitou os sal&aacute;rios no dia primeiro de cada m&ecirc;s. <em>&ldquo;Vou apresentar uma emenda para que o Governo pague os sal&aacute;rios no dia primeiro. E durante o hor&aacute;rio de ver&atilde;o &eacute; preciso que se implante a jornada de seis horas visando proporcionar economia ao Estado&rdquo;</em>, prop&ocirc;s o deputado.</span>

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