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Japão vai inspecionar frigoríficos brasileiros de carne bovina em agosto

admin -

<span style="font-size:14px;">O Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento avan&ccedil;ou mais uma etapa no processo de abertura do mercado japon&ecirc;s &agrave; carne bovina termoprocessada brasileira. O governo do Jap&atilde;o informou nesta segunda-feira (6) &agrave; ministra K&aacute;tia Abreu que enviar&aacute; t&eacute;cnicos ao Brasil para visitar laborat&oacute;rios, frigor&iacute;ficos e fazendas com o objetivo de acelerar a libera&ccedil;&atilde;o da entrada do produto naquele pa&iacute;s.<br />
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K&aacute;tia Abreu est&aacute; em viagem oficial a T&oacute;quio para negociar a amplia&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio bilateral entre as duas na&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m de apresentar os potenciais de investimento estrangeiro no Programa de Investimento em Log&iacute;stica &ndash; lan&ccedil;ado em junho pelo governo federal.<br />
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O Minist&eacute;rio da Agricultura cumpriu a pen&uacute;ltima das sete etapas previstas para a libera&ccedil;&atilde;o de carne bovina termoprocessada, que est&aacute; embargada pelo Jap&atilde;o desde dezembro de 2012 devido a um caso at&iacute;pico de vaca louca registrado na &eacute;poca.<br />
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Os minist&eacute;rios da Agricultura e da Sa&uacute;de do Jap&atilde;o receberam nesta segunda-feira os documentos de an&aacute;lise de risco que estavam pendentes. A pr&oacute;xima etapa &eacute; a abertura de uma consulta p&uacute;blica de 30 dias, que ser&aacute; realizada paralelamente &agrave; inspe&ccedil;&atilde;o a frigor&iacute;ficos, laborat&oacute;rios e fazendas no Brasil.<br />
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A ministra brasileira disse estar otimista de que as barreiras &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o de carne bovina termoprocessada ao pa&iacute;s asi&aacute;tico ser&atilde;o superadas at&eacute; agosto.<br />
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<em>&ldquo;Sabemos da preocupa&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Por isso, queremos, com muita compreens&atilde;o, que o governo japon&ecirc;s conhe&ccedil;a de fato o sistema brasileiro de defesa, porque temos certeza que eles eliminar&atilde;o suas preocupa&ccedil;&otilde;es. Nada hoje &eacute; mais importante para o Mapa do que aprimorar o sistema de defesa animal e vegetal&rdquo;</em>, afirmou K&aacute;tia Abreu &agrave; vice-ministra da Sa&uacute;de, Trabalho e Bem-Estar do Jap&atilde;o, Keiko Nagaoka.<br />
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A ministra japonesa, que cuida das barreiras sanit&aacute;rias relacionadas a doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis ao homem, disse que encaminhar&aacute; o assunto de forma &ldquo;proativa&rdquo;.<br />
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<em>&ldquo;Hoje trocamos muitas informa&ccedil;&otilde;es importantes em n&iacute;vel t&eacute;cnico. Gostar&iacute;amos de dar andamento a essa discuss&atilde;o de forma proativa e continuar com a discuss&atilde;o para liberar a importa&ccedil;&atilde;o de carne&rdquo;</em>, disse Nagaoka durante a reuni&atilde;o.<br />
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<strong><u>Carne in natura</u></strong><br />
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A ministra K&aacute;tia Abreu acrescentou ainda que trabalhar&aacute; para que o Jap&atilde;o libere a importa&ccedil;&atilde;o de carne bovina in natura at&eacute; dezembro, quando a presidente Dilma Rousseff visitar&aacute; o pa&iacute;s.&nbsp; O produto brasileiro nunca teve acesso ao mercado japon&ecirc;s.<br />
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<em>&ldquo;Confiamos no status do Brasil com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; carne bovina. Temos reconhecimento de organiza&ccedil;&otilde;es internacionais, como OIE [Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de Animal], que afirmam e reafirmam a qualidade da carne brasileira. O Jap&atilde;o tem uma &oacute;tima rela&ccedil;&atilde;o com o Brasil e, do ponto cientifico e t&eacute;cnico, n&atilde;o teremos problema nessa &aacute;rea&rdquo;</em>, observou K&aacute;tia Abreu.</span>

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