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Dilma diz que cumprirá mandato até o fim, mesmo com rejeição

admin -

<span style="font-size:14px;">A presidenta Dilma Rousseff reafirmou que concluir&aacute; seu segundo mandado. Em entrevista a um canal de TV da R&uacute;ssia, ela disse que a queda de popularidade decorre de uma situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica &ldquo;bastante adversa&rdquo;, mas disse ter certeza de que o cen&aacute;rio vai melhorar.<br />
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Sobre os &iacute;ndices de popularidade, que ca&iacute;ram de 12% para 9%, e a dificuldade que teve para vencer as elei&ccedil;&otilde;es de 2014, Dilma respondeu que vai &ldquo;acabar essa legislatura&rdquo;. Ela concedeu a entrevista quinta-feira (9), durante viagem a Ufa, na R&uacute;ssia, onde participou da s&eacute;tima c&uacute;pula do Brics (bloco que re&uacute;ne Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia, China e &Aacute;frica do Sul).</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><em>&ldquo;Em qualquer pa&iacute;s do mundo, voc&ecirc; tem quedas de popularidade. A minha decorre de uma situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica bastante adversa. Tenho certeza de que isso vai melhorar. O que importa &eacute;, sem sombra de d&uacute;vida, que estamos trabalhando duro para tirar o Brasil dessa situa&ccedil;&atilde;o de crise. E isso &eacute; o que n&oacute;s vamos ter como nosso foco principal.&rdquo;</em> Segundo a presidenta, &eacute; preciso trabalhar &ldquo;ainda mais&rdquo; para que o Brasil &ldquo;saia mais r&aacute;pido&rdquo; da crise.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">O governo Dilma Rousseff foi considerado ruim ou p&eacute;ssimo para 68% da popula&ccedil;&atilde;o, em junho, quatro pontos percentuais acima dos 64% registrados em mar&ccedil;o, de acordo com a pesquisa CNI-Ibope, divulgada em 1&ordm; de julho, pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI).</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Segundo a pesquisa, 83% desaprovam e 15% aprovam a maneira de a presidenta governar. Na pesquisa anterior, referente a mar&ccedil;o, esses percentuais estavam em 78% e 19%, respectivamente. De acordo com a pesquisa, 78% dos brasileiros n&atilde;o confiam na presidenta, enquanto 20% confiam. Em mar&ccedil;o, esses &iacute;ndices estavam em 74% e 24%, respectivamente.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Dilma Rousseff afirmou que n&atilde;o teme poss&iacute;veis pedidos de impeachment feitos por partidos de oposi&ccedil;&atilde;o e descartou qualquer possibilidade de ren&uacute;ncia.<br />
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Na entrevista, Dilma disse n&atilde;o acreditar que haja no Brasil uma a&ccedil;&atilde;o da direita orquestrada pelos Estados Unidos para praticar &ldquo;golpes brancos&rdquo;. <em>&ldquo;Acho essa uma teoria conspirat&oacute;ria. N&atilde;o &eacute; preciso nenhum pa&iacute;s para que alguns segmentos de alguns pa&iacute;ses sejam golpistas. Eles s&atilde;o golpistas por si mesmos. N&atilde;o tem nenhum pa&iacute;s no mundo interferindo na situa&ccedil;&atilde;o interna do Brasil.&rdquo;</em><br />
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Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, a presidenta explicou que n&atilde;o h&aacute; bolha no Brasil e que o sistema banc&aacute;rio &eacute; &ldquo;absolutamente robusto&rdquo;. <em>&ldquo;N&oacute;s somos um pa&iacute;s s&oacute;lido, do ponto de vista macroecon&ocirc;mico. N&atilde;o h&aacute; raz&atilde;o para que o Brasil n&atilde;o volte a crescer&rdquo;</em>, concluiu.</span>

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