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Estudante tocantinense é um dos maiores criadores de malwares bancários do país e ostenta lucro

admin -

<span style="font-size:14px;">Um estudante de Ci&ecirc;ncia da Computa&ccedil;&atilde;o de apenas 20 anos, que mora no Tocantins, conhecido como LordFenix no submundo do crime cibern&eacute;tico, se tornou um dos maiores criadores de malwares banc&aacute;rios no pa&iacute;s. De acordo relat&oacute;rio da empresa de seguran&ccedil;a digital Trend Micro, ele j&aacute; desenvolveu mais de cem softwares maliciosos, cada um avaliado em cerca de R$ 1 mil, e, como outros hackers brasileiros, age sem medo da lei.<br />
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&mdash; Eles s&atilde;o jovens estudantes de computa&ccedil;&atilde;o que, sem orienta&ccedil;&atilde;o adequada, veem a possibilidade de fazer dinheiro f&aacute;cil com baixo risco no cibercrime &mdash; disse um porta-voz da Trend Micro. &mdash; Uma das caracter&iacute;sticas que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; que eles conversam livremente entre si usando servi&ccedil;os como Facebook, Gmail, Hangout, Skype, Twitter. Alguns usam at&eacute; mesmo o nome real, sem receio de serem investigados.<br />
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Nem mesmo a entrada em vigor da Lei Carolina Dieckmann, que pune com pris&atilde;o os crimes cibern&eacute;ticos, impede que hackers como LordFenix continuem atuando livremente.<br />
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&mdash; Ainda vemos muitos cibercriminosos agindo no Brasil, uma vez que o risco de ser investigado continua baixo &mdash; disse o porta-voz.<br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/Lordfenix_2jpeg.jpg" style="width: 300px; height: 180px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />As atividades de LordFenix come&ccedil;aram em abril de 2013. Naquela &eacute;poca, ele operava com o codinome &ldquo;Filho de Hakcer&rdquo; (sic), participando de f&oacute;runs on-line de programa&ccedil;&atilde;o, pedindo assist&ecirc;ncia para um trojan que estava desenvolvendo. Desde ent&atilde;o, ele continuou criando e vendendo malwares para outros criminosos. Um deles, o TSPY_BANKER.NJH, &eacute; capaz de detectar quando um usu&aacute;rio digita a URL dos sites banc&aacute;rios.<br />
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Caso a navega&ccedil;&atilde;o seja no Chrome, o malware fechava a janela, disparava uma mensagem de erro e abria uma nova janela falsa, criada para capturar os dados inseridos. Se o navegador fosse o Internet Explorer ou o Firefox, a janela original continuava aberta, mas a mensagem de erro e a nova aba apareciam.<br />
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Se a v&iacute;tima usasse a janela falsa, todas as informa&ccedil;&otilde;es eram enviadas ao e-mail que LordFenix usava quando ainda era conhecido como &ldquo;Filho de Hakcer&rdquo;. Para se manter escondido, o malware encerra o processo GbpSV.exe, associado ao software G-Buster Browser Defense, usado por muitos bancos brasileiros para proteger as informa&ccedil;&otilde;es durante as transa&ccedil;&otilde;es on-line.<br />
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&mdash; Os sistemas de Internet Banking no Brasil foram bastante desenvolvidos pelos bancos, o que criou uma grande facilidade para os usu&aacute;rios e massificou o seu uso. Isso acaba atraindo os criminosos devido &agrave; enorme oportunidade de gerar receitas com o crime cibern&eacute;tico &mdash; explica o porta-voz da Trend Micro.<br />
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De acordo com o relat&oacute;rio, LordFenix j&aacute; criou mais de cem trojans banc&aacute;rios diferentes, al&eacute;m de outras ferramentas maliciosas, desde abril de 2013. Com cada trojan custando cerca de R$ 1 mil, o jovem criminoso transformou seu talento com a computa&ccedil;&atilde;o em um neg&oacute;cio ilegal lucrativo.<br />
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O relat&oacute;rio foi divulgado no fim de junho e parece ter assustado o criminoso.<br />
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As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do jornal O Globo.</span>

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