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Simuladores de Direção Veicular passam a ser obrigatórios a partir de 2016 para CNH categoria "B"

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<span style="font-size:14px;">O Conselho Nacional de Tr&acirc;nsito (Contran) determinou, atrav&eacute;s da resolu&ccedil;&atilde;o n&deg; 543/2015 na edi&ccedil;&atilde;o desta segunda, 20, do Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU), a obrigatoriedade do uso de Simuladores de Dire&ccedil;&atilde;o Veicular na forma&ccedil;&atilde;o dos candidatos &agrave; Carteira Nacional de Habilita&ccedil;&atilde;o (CNH) categoria &ldquo;B&rdquo;. Os Centros de Forma&ccedil;&atilde;o de Condutores (CFCs) ter&atilde;o at&eacute; 31 de dezembro de 2015 para se adequarem a norma.<br />
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O uso dos Simuladores, que era opcional para a obten&ccedil;&atilde;o de todas as categorias de CNH – de acordo com a resolu&ccedil;&atilde;o n&deg; 168 de 2014, agora &eacute; uma obrigatoriedade no caso da categoria &ldquo;B&rdquo;. Contudo, para as categorias C, D e E, as aulas com simuladores permanecem opcionais.<br />
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Segundo o Gerente de Atendimento, Credenciamento e Controle do Departamento Estadual de Tr&acirc;nsito do Tocantins (Detran-TO), Di&oacute;genes Gon&ccedil;alves Albuquerque Filho, o Simulador de Dire&ccedil;&atilde;o Veicular oferece ao candidato a possibilidade de vivenciar diversos tipos de situa&ccedil;&otilde;es que ocorrem no tr&acirc;nsito, como: chuva, grande fluxo de ve&iacute;culos, situa&ccedil;&otilde;es de aquaplanagem e que exigem dire&ccedil;&atilde;o defensiva.<br />
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Al&eacute;m disso, a resolu&ccedil;&atilde;o 543, prev&ecirc; a possibilidade do uso compartilhado do equipamento. &ldquo;Dependendo da demanda de alunos, dois ou mais CFCs podem compartilhar um mesmo simulador. Este tipo de atividade ser&aacute; devidamente regulamentada pelo Detran&rdquo;, explicou o Gerente de Atendimento, Credenciamento e Controle.<br />
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<u><strong>Simuladores de Dire&ccedil;&atilde;o Veicular</strong></u><br />
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Em diversos pa&iacute;ses os simuladores de dire&ccedil;&atilde;o veicular j&aacute; s&atilde;o obrigat&oacute;rios para a forma&ccedil;&atilde;o dos condutores. Existem estudos que defendem a efic&aacute;cia do uso de simuladores e apontam&nbsp;a redu&ccedil;&atilde;o nos &iacute;ndices de acidentes &ndash; que pode chegar a 50% entre os novos motoristas.<br />
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&Eacute; o caso do estudo do&nbsp;<em>Southern Calif&oacute;rnia Research Institute</em>, nos Estados Unidos: &ldquo;<em>O Fiel Efeito do Simulador de Condu&ccedil;&atilde;o&rdquo;, sobre a Efic&aacute;cia da Forma&ccedil;&atilde;o, que</em>&nbsp;foi realizado em 2007 por Allen, Park, Cook e Firentino.<br />
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Outra pesquisa, da Universidade Polit&eacute;cnica de Madri em conjunto com o Instituto Humanist e a Associa&ccedil;&atilde;o Europ&eacute;ia para a Sociedade da Informa&ccedil;&atilde;o, resultou em um relat&oacute;rio, publicado em 2007, sobre a efic&aacute;cia dos simuladores como ferramentas para treinar e educar os motoristas. De acordo com o relat&oacute;rio, os simuladores de dire&ccedil;&atilde;o s&atilde;o mais eficazes ao avaliar as condi&ccedil;&otilde;es para dirigir de candidatos com les&otilde;es cerebrais e as medidas de valida&ccedil;&atilde;o dos resultados s&atilde;o mais exatas do que um teste de estrada tradicional como preditor de condi&ccedil;&otilde;es e desempenho para dirigir.</span><br />

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