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Delegado titular da DEIC alerta sobre compartilhamento de fotos pessoais e íntimas nas redes sociais

admin -

<span style="font-size:14px;">Em tempos onde as m&iacute;dias sociais e os aplicativos em celulares fazem parte do cotidiano das pessoas, todo cuidado &eacute; pouco para n&atilde;o ter fotos e v&iacute;deos &iacute;ntimos compartilhados nas redes. Nesse sentido a Delegacia Especializada em Investiga&ccedil;&otilde;es Criminais (Deic), por meio da Divis&atilde;o de Repress&atilde;o a Crimes Cibern&eacute;ticos, trabalha na investiga&ccedil;&atilde;o de crimes cometidos no ambiente virtual, buscando identificar poss&iacute;veis autores dessa modalidade criminosa.<br />
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Segundo o delegado Vin&iacute;cius Mendes de Oliveira, titular da Deic, geralmente esses tipos de procedimentos s&atilde;o instaurados mediante Inqu&eacute;rito Judicial ou Termo Circunstanciado de Ocorr&ecirc;ncia (TCO), que &eacute; um registro de um fato tipificado como infra&ccedil;&atilde;o de menor potencial ofensivo, ou seja, crimes de menor relev&acirc;ncia, com pena m&aacute;xima cominada em at&eacute; dois anos de cerceamento de liberdade ou multa.<br />
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O delegado explica que o tipo de crime varia de acordo com cada caso.&nbsp; <em>&ldquo;Se for uma pessoa que violou dispositivo inform&aacute;tico alheio e compartilhou seu conte&uacute;do na internet, se enquadrar&aacute; como crime de invas&atilde;o de dispositivo inform&aacute;tico, segundo o artigo 154-A do c&oacute;digo penal. J&aacute; em casos em que as fotos pessoais e intimas s&atilde;o adulteras ou compartilhadas, a v&iacute;tima pode fazer a den&uacute;ncia por crime contra a honra&rdquo;</em>, afirma.<br />
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Apesar de haver puni&ccedil;&atilde;o para o infrator, o titular da Deic ressalta a dificuldade nas investiga&ccedil;&otilde;es de crimes praticados em ambiente cibern&eacute;tico. <em>&ldquo;O criminoso pode pratic&aacute;-lo qualquer lugar do planeta. E isso dificulta a investiga&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que o alvo pode utilizar computadores coletivos, dificultando sua localiza&ccedil;&atilde;o. Ou seja, o crime ultrapassa fronteiras do estado e dificulta o trabalho da policia</em>&rdquo;, afirma.<br />
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Vinicius Mendes lembra que para evitar que isso aconte&ccedil;a ou minimizar poss&iacute;veis danos que podem ser causados por uma divulga&ccedil;&atilde;o ilegal de conte&uacute;dos pessoais nas redes,&nbsp;<em> &ldquo;&eacute; necess&aacute;rio adotar medidas como n&atilde;o divulgar, em hip&oacute;tese alguma, fotografias intimas que possam expor qualquer pessoa, e n&atilde;o compartilhar informa&ccedil;&otilde;es que ela n&atilde;o deseja que seja encaminhada pra terceiros&rdquo;</em>, esclarece.<br />
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Para aqueles que n&atilde;o conseguirem evitar maiores danos, o delegado alerta: <em>&ldquo;&eacute; importante ir at&eacute; uma delegacia, fazer um boletim de ocorr&ecirc;ncia e trazer tudo que possa comprovar a pr&aacute;tica da infra&ccedil;&atilde;o, como v&iacute;deos, fotos, imagem da tela de grupos que compartilharam o conte&uacute;do onde a informa&ccedil;&atilde;o circulou&rdquo;</em>, finaliza.</span>

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