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Governo decreta situação de risco de desastre ambiental em 17 municípios por causa das queimadas

admin -

<span style="font-size:14px;">O governador Marcelo Miranda decretou situa&ccedil;&atilde;o de risco de desastre ambiental resultante de queimadas e inc&ecirc;ndios em 17 munic&iacute;pios tocantinenses. O Decreto n&ordm; 5.281, de 23 de julho de 2015, foi publicado no Di&aacute;rio Oficial do Estado (DOE) da &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira, 28. O documento determina a execu&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o, combate e controle de queimadas e inc&ecirc;ndios florestais, al&eacute;m de a&ccedil;&otilde;es de campo nos munic&iacute;pios contemplados pelo decreto, dentre outras provid&ecirc;ncias.<br />
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Conforme o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de 1&ordm; de janeiro a 28 de julho deste ano, foram registrados 3.115 focos de queimadas no Estado. Aliado a isso, as previs&otilde;es do N&uacute;cleo Estadual de Meteorologia e Recursos H&iacute;dricos (Nemet-RH), da Funda&ccedil;&atilde;o Universidade do Tocantins (Unitins), acerca da aus&ecirc;ncia de chuvas no Estado e o risco crescente de queimadas no per&iacute;odo de estiagem motivaram a publica&ccedil;&atilde;o do decreto.<br />
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Os munic&iacute;pios citados no decreto s&atilde;o: Araguacema, Divin&oacute;polis do Tocantins, Duer&eacute;, Formoso do Araguaia, Goiatins, Itacaj&aacute;, Lagoa da Confus&atilde;o, Lizarda, Novo Acordo, Paran&atilde;, Peixe, Pium, Ponte Alta do Tocantins, Porto Nacional, Rio Sono, S&atilde;o F&eacute;lix do Tocantins e Talism&atilde;.<br />
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<u><strong>Provid&ecirc;ncias</strong></u><br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/Foto%203%20Marcio%20Vieira%20ATN.JPG" style="width: 300px; height: 187px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />Segundo o superintendente estadual de Defesa Civil, tenente-coronel Peterson Queiroz Ornelas, este decreto j&aacute; vinha sendo trabalhado h&aacute; algum tempo entre a Defesa Civil, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos H&iacute;dricos (Semarh) e o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).<em> &ldquo;O objetivo &eacute; concentrar esfor&ccedil;os nas regi&otilde;es sudeste, sudoeste e central do Estado, que sofrem mais com a estiagem&rdquo;</em>, explicou.<br />
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Conforme o tenente-coronel, neste ano, j&aacute; foram capacitados mais de 500 brigadistas para atua&ccedil;&atilde;o em munic&iacute;pios em situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; que, ao todo, 800 profissionais sejam capacitados. <em>&ldquo;O acordo firmado entre os 17 munic&iacute;pios e o Estado prev&ecirc; a contrata&ccedil;&atilde;o e a capacita&ccedil;&atilde;o de brigadistas, sendo 60% de responsabilidade do Governo e 40% da gest&atilde;o municipal. S&oacute; para estes 17 munic&iacute;pios, o Estado j&aacute; capacitou e est&aacute; contratando 120 profissionais, e tamb&eacute;m j&aacute; adquirimos equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual para estes brigadistas&rdquo;</em>, disse.<br />
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Al&eacute;m disso, o superintendente da Defesa Civil ressalta que o &oacute;rg&atilde;o est&aacute; cedendo bombas costais, abra&ccedil;adores e pinga-fogos, equipamentos que podem auxiliar no combate &agrave;s queimadas.<br />
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<u><strong>Previs&atilde;o</strong></u><br />
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Conforme o coordenador do Nemet-RH, da Unitins, o meteorologista Jos&eacute; Luiz Cabral da Silva, a regi&atilde;o dos munic&iacute;pios mencionados no decreto tem como caracter&iacute;stica longos per&iacute;odos de estiagem. <em>&ldquo;N&oacute;s temos um regime pluviom&eacute;trico muito bem definido, que vai de meados de outubro at&eacute; meados de maio. No entanto, durante os meses de junho, julho, agosto e setembro, n&atilde;o h&aacute; previs&atilde;o de chuva. Al&eacute;m disso, no &uacute;ltimo per&iacute;odo chuvoso, que come&ccedil;ou em outubro do ano passado, houve um d&eacute;ficit significativo de chuva em todo o Estado, o que agrava a situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;,</em> justificou.<br />
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O especialista refor&ccedil;a que todo o Estado ter&aacute; pelo menos mais um trimestre de incerteza climatol&oacute;gica, com pouca probabilidade de chuva, refor&ccedil;ando a necessidade de combate e preven&ccedil;&atilde;o das queimadas, que s&atilde;o recorrentes neste per&iacute;odo, principalmente devido &agrave;s caracter&iacute;sticas da vegeta&ccedil;&atilde;o do Cerrado.</span>

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