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Governo e Fieto discutem reativação de cooperativa de produtores de cachaça no sudeste do Tocantins

admin -

<span style="font-size:14px;">O Governo do Estado e a Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado do Tocantins (Fieto) reuniram, nesta quarta-feira, 5, representantes de diversas institui&ccedil;&otilde;es e entidades na primeira reuni&atilde;o t&eacute;cnica para tratar do apoio ao desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local (APL) da Cacha&ccedil;a de Alambique da regi&atilde;o sudeste do Tocantins. No encontro, realizado na sede da Fieto, em Palmas, o Executivo foi representado pela Secretaria do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Turismo (Sedetur), Secretaria do Planejamento e Gest&atilde;o, Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecu&aacute;ria (Seagro), Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado Tocantins (Ruraltins) e Banco do Empreendedor.<br />
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A Sedetur, juntamente com a Fieto, est&aacute; &agrave; frente trabalho, que tem como meta garantir o funcionamento da Cooperativa de Produtores de Cacha&ccedil;a Artesanal (Coopercato), cuja estrutura&ccedil;&atilde;o j&aacute; teve investimento de cerca de R$ 1,5 milh&atilde;o em estrutura f&iacute;sica e equipamentos que nunca foram utilizados. O fato de os produtores &nbsp;n&atilde;o poderem contar com a cooperativa resulta em informalidade. Atualmente, s&atilde;o cerca de 22 pequenos produtores que cultivam a cana de a&ccedil;&uacute;car &ndash; geralmente em &aacute;reas de 2&nbsp; a 10 hectares -&nbsp; nos munic&iacute;pios de Novo Alegre, Combinado, Dian&oacute;polis, Taguatinga, Porto Nacional e Arraias.<br />
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De acordo com o subsecret&aacute;rio do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Turismo, Jos&eacute; Carlos Bezerra, a partir deste encontro, o trabalho ser&aacute; voltado &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de um comit&ecirc; gestor do projeto e &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o de um diagn&oacute;stico dos produtores, mostrando tamb&eacute;m como as entidades parceiras podem contribuir para o desenvolvimento do projeto. <em>&ldquo;&Eacute; isso que eles esperam da gente, e o que n&oacute;s precisamos deles &eacute; o compromisso, enquanto produtores, de se alinharem com este direcionamento: de produ&ccedil;&atilde;o limpa, licenciada, empregos formalizados, distribui&ccedil;&atilde;o de renda, arrecada&ccedil;&atilde;o de tributos, enfim, se trata de uma atividade comercial como as demais, que precisa se enquadrar e se regularizar&rdquo;</em>, explicou.<br />
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Conforme o presidente da Fieto, Roberto Pires, a institui&ccedil;&atilde;o busca apoiar os produtores para alavancar a produ&ccedil;&atilde;o. <em>&ldquo;J&aacute; faz parte da cultura do Tocantins&nbsp; a produ&ccedil;&atilde;o de cacha&ccedil;a e rapadura no sudeste. Se trata de agroind&uacute;stria, de transforma&ccedil;&atilde;o dos insumos que temos no nosso Estado – que &eacute; a forma mais r&aacute;pida de industrializarmos o Tocantins&rdquo;</em>, avaliou.<br />
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<u><strong>Investimento</strong></u><br />
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O presidente do Banco do Empreendedor, Acy Carvalho, lembrou que o in&iacute;cio da parceira entre o Governo do Estado e o APL Cacha&ccedil;a de Alambique do Sudeste do Tocantins teve in&iacute;cio em 2005, na gest&atilde;o de Marcelo Miranda. Na &eacute;poca o incentivo dado &agrave; cooperativa, por meio do ent&atilde;o Prodivino, foi de R$ 427 mil para a constru&ccedil;&atilde;o das instala&ccedil;&otilde;es.<br />
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Assim, a reuni&atilde;o tamb&eacute;m serviu para tratar da renegocia&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas dos produtores com as institui&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias para viabilizar a opera&ccedil;&atilde;o da cooperativa. &ldquo;<em>Temos total interesse em contribuir com o novo plano de desenvolvimento deste neg&oacute;cio, com disponibilidade, inclusive, para renegociar a d&iacute;vida antiga; Para isso, &eacute; necess&aacute;rio dar legalidade &agrave; situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;</em>, esclareceu.<br />
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<u><strong>Experi&ecirc;ncia</strong></u><br />
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<img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/CACHA%C7A.jpg" style="width: 300px; height: 193px; border-width: 0px; border-style: solid; margin-left: 5px; margin-right: 5px; float: right;" />Integrantes do Instituto Brasileiro da Cacha&ccedil;a de Alambique (IBCA), os consultores Eduardo Camelo e Ant&ocirc;nio Claret Sales participaram da reuni&atilde;o expondo suas experi&ecirc;ncias no setor, no estado de Minas Gerais. Eduardo apontou o potencial do Tocantins de se tornar refer&ecirc;ncia, em fun&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas do solo, que garantiriam uma qualidade &agrave; cacha&ccedil;a aqui produzida, segundo ele, superior &agrave; famosa cacha&ccedil;a mineira. <em>&ldquo;O que &eacute; preciso para isso &eacute; tecnologia, simplicidade e dinheiro. O produtor precisa enfrentar o risco, mas com a certeza de que ter&aacute; resultados positivos&rdquo;</em>, garantiu.<br />
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Propriet&aacute;rio da tradicional Cacha&ccedil;a Bocaina, Ant&ocirc;nio Sales exp&ocirc;s o sucesso de sua produ&ccedil;&atilde;o, numa apresenta&ccedil;&atilde;o da estrutura f&iacute;sica e de pessoal que garantiram a ele transformar a cacha&ccedil;a num produto com grande valor agregado.<br />
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Al&eacute;m dos &oacute;rg&atilde;os acima citados, o encontro contou com a presen&ccedil;a de representantes da Companhia Nacional de Abastecimento no Tocantins (Conab), do Banco do Brasil, do Banco da Amaz&ocirc;nia, do Sistema Brasileiro de Apoio &agrave;s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Sindicato e Organiza&ccedil;&atilde;o das Cooperativas no Estado do Tocantins (OCB/TO) e da Superintend&ecirc;ncia Federal da Agricultura (SFA).<br />
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<u><strong>Novos passos</strong></u><br />
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No pr&oacute;ximo s&aacute;bado, 8, a Secretaria, Fieto e demais parceiros v&atilde;o retornar ao sudeste para se reunirem com os produtores em Taguatinga. Neste encontro, ser&atilde;o definidas as pr&oacute;ximas a&ccedil;&otilde;es a serem tomadas com vistas &agrave; ativa&ccedil;&atilde;o da cooperativa.</span><br />

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