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Carmolândia pode ficar no escuro por não pagar iluminação pública; MPE quer informações em 24h

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br />
<em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br />
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A cidade de Carmol&acirc;ndia (TO), distante cerca de 35 km de Aragua&iacute;na, pode ficar na escurid&atilde;o. O motivo &eacute; que a Prefeitura do Munic&iacute;pio de aproximadamente 2,5 mil habitantes est&aacute; atrasando rotineiramente os pagamentos referentes &agrave; ilumina&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.<br />
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A empresa concession&aacute;ria de energia, a Energisa, j&aacute; fez v&aacute;rios alertas ao prefeito Sebasti&atilde;o de Gois Barros, o Bastim, (PSDB) e agora recorreu ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual (MPE) para denunciar a situa&ccedil;&atilde;o.<br />
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Nesta segunda-feira (10 de agosto), o promotor Alzemiro Wilson Freitas, titular da Promotoria do Patrim&ocirc;nio P&uacute;blico, j&aacute; requisitou do Munic&iacute;pio de Carmol&acirc;ndia esclarecimentos sobre os constantes atrasos. O MPE deu prazo de 24 horas para que o prefeito encaminhe informa&ccedil;&otilde;es detalhadas sobre os motivos que culminaram na &quot;eminente suspens&atilde;o do fornecimento de energia el&eacute;trica&quot;.<br />
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A Energisa afirmou ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico que a inadimpl&ecirc;ncia do Munic&iacute;pio tem sido &quot;contumaz&quot;. Em face da situa&ccedil;&atilde;o, o promotor requisitou c&oacute;pias dos d&eacute;bitos, acompanhados dos comprovantes de pagamentos dos &uacute;ltimos 12 meses, bem como a origem e a vincula&ccedil;&atilde;o dos recursos utilizados no pagamento.<br />
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O Minist&eacute;rio P&uacute;blico pediu ainda que o prefeito empenhe esfor&ccedil;os para quitar integralmente os d&eacute;bitos a fim de evitar a continuidade e efici&ecirc;ncia do servi&ccedil;o de ilumina&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, sob pena de ser responsabilizado por ato de improbidade administrativa.<br />
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Devido &agrave; &quot;urg&ecirc;ncia e emerg&ecirc;ncia&quot; da situa&ccedil;&atilde;o, o Munic&iacute;pio tem o prazo de 24 horas para prestar os devidos esclarecimentos ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br />
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<u><strong>Sem impressora para imprimir o of&iacute;cio</strong></u><br />
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O of&iacute;cio do MPE foi encaminhado &agrave; Pol&iacute;cia Militar de Carmol&acirc;ndia, mas os policiais informaram que o Destacamento n&atilde;o&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">disp&otilde;e de impressora para imprimir o documento e encaminhar ao prefeito.</span><br />
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<span style="font-size:14px;">A reportagem entrou em contato na Prefeitura de Carmol&acirc;ndia, mas nem o prefeito Sebasti&atilde;o de Goes Barros, e nem o Secret&aacute;rio de Administra&ccedil;&atilde;o, foram encontrados para comentar o caso.</span>

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