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Dilma faz apelo para barrar pautas-bomba no Senado

admin -

<span style="font-size:14px;"><u>Paulo Victor Chagas&nbsp;</u><br />
<em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em></span><br />
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<span style="font-size:14px;">A presidente Dilma Rousseff pediu o apoio dos senadores da base aliada para que n&atilde;o permitam a aprova&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;rias que causem despesas ao governo. Durante encontro na noite dessa segunda-feira (10), que durou cerca de tr&ecirc;s horas, ela falou de sua preocupa&ccedil;&atilde;o com projetos que criam gastos permanentes sem a previs&atilde;o necess&aacute;ria das receitas.<br />
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Dilma jantou no Pal&aacute;cio da Alvorada com cerca de 40 senadores e 20 ministros do seu governo. Ap&oacute;s conversas com grupos separados, a presidenta fez uma fala em que solicitou ajuda dos parlamentares para que n&atilde;o permitam a aprova&ccedil;&atilde;o no Senado das chamadas pautas-bomba.<br />
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De acordo com o senador Jorge Viana (PT-AC), a presidenta n&atilde;o tratou de assuntos espec&iacute;ficos como o projeto de lei que reduz a desonera&ccedil;&atilde;o das empresas, que deve ser votado no plen&aacute;rio do Senado esta semana. Segundo ele, Dilma disse respeitar a independ&ecirc;ncia entre os Poderes, mas que precisava fazer esse apelo diante da situa&ccedil;&atilde;o atual pela qual passa o Brasil e tamb&eacute;m outros pa&iacute;ses.<br />
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<em>&quot;Eu acho que, independentemente do momento de dificuldade que o pa&iacute;s est&aacute; passando, da dificuldade pol&iacute;tica que estamos vivenciando, a presidenta deixou claro que est&aacute; fazendo este encontro no come&ccedil;o de uma nova legislatura, do ponto de vista do segundo semestre. Ela fez um apelo para ter a colabora&ccedil;&atilde;o do Senado, para que possa ajudar o pa&iacute;s neste momento, para que a gente possa ter uma agenda e projetos que possam auxiliar o pa&iacute;s e n&atilde;o criar dificuldades&quot;</em>, afirmou o senador.<br />
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Participaram do jantar senadores de partidos da base aliada, como Humberto Costa (PT-PE), Eun&iacute;cio Oliveira (PMDB-CE), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Acir Gurgacz (PDT-RO), Benedito de Lira (PP-AL), Wellington Fagundes (PR-MT) e Otto Alencar (PSD-BA).<br />
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Al&eacute;m do vice-presidente Michel Temer, estiveram presentes, dentre outros, os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e da Secretaria de Avia&ccedil;&atilde;o Civil, Eliseu Padilha, que conduz junto com Temer a articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica do governo. O chefe de gabinete da Secretaria de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da Presid&ecirc;ncia, Tadeu Filipelli, e o assessor especial da presidenta Dilma, Giles Azevedo, tamb&eacute;m foram vistos entrando no Alvorada.<br />
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No domingo (9), Dilma se encontrou com 13 ministros na reuni&atilde;o de coordena&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, ap&oacute;s a qual o ministro da Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, Edinho Silva, disse que o governo tem ci&ecirc;ncia das dificuldades mas acredita ser&atilde;o superadas para que o Brasil volte a crescer.</span>

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