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Líder do governo, Paulo Mourão, já sugere reforma administrativa com redução do número de secretarias

admin -

<span style="font-size:14px;">O deputado Paulo Mour&atilde;o (PT), l&iacute;der do governo na Assembleia Legislativa, em discurso nesta ter&ccedil;a -feira dia 11, fez um panorama da situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, fiscal e tribut&aacute;ria do estado do Tocantins, bem como abordou sua preocupa&ccedil;&atilde;o com greve da educa&ccedil;&atilde;o que j&aacute; dura 36 dias.<br />
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Mour&atilde;o disse que antes do governo Marcelo Miranda, o Estado passava por um processo ditatorial, onde nem era poss&iacute;vel &agrave; classe trabalhadora discutir planos de cargos e sal&aacute;rios. Contudo lembrou que neste momento no Tocantins &nbsp;n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel discutir aumento com despesa de pessoal. &ldquo;<em>O Estado precisa aumentar a produtividade e a oferta de trabalho&rdquo;</em>, frisou.<br />
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O deputado afirmou que j&aacute; sugeriu ao Governador a ado&ccedil;&atilde;o urgente de uma reforma administrativa com a redu&ccedil;&atilde;o de secretarias. <em>&ldquo;O Tocantins n&atilde;o precisa ter mais do que 10 secretarias, &eacute; preciso reduzir a m&aacute;quina, estabelecer metas e cobrar resultados&rdquo;</em>, frisou.<br />
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O parlamentar destacou o papel da Assembleia Legislativa que n&atilde;o se resume somente a formular leis, mas tamb&eacute;m ouvir o clamor das ruas e se posicionar de forma determinante nas corre&ccedil;&otilde;es do rumo do Tocantins. <em>&ldquo;O governo precisa, com vis&atilde;o administrativa e gestora, assumir o estado, porque o governo anterior passou tr&ecirc;s anos desrespeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal&quot;</em>, discursou.&nbsp;<br />
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<u><strong>Corrup&ccedil;&atilde;o no Igeprev</strong></u><br />
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Paulo Mour&atilde;o citou ainda que houve uma corrup&ccedil;&atilde;o &ldquo;deslavada&rdquo; no governo anterior, onde R$ 1,2 bilh&atilde;o foram desviados do Igeprev, comprometendo o pagamento futuro de aposentadorias e pens&otilde;es dos servidores. &ldquo;As meas culpas todos os governos t&ecirc;m que aceitar&rdquo;, afirmou. &ldquo;&Eacute; preciso termos compromisso&rdquo;, frisou.<br />
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<u><strong>Discurs&atilde;o com o setor de Agroneg&oacute;cio&nbsp;</strong></u><br />
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&nbsp;Outra sugest&atilde;o apresentada ao Governador &eacute; uma discuss&atilde;o com os setores produtivos do estado. &ldquo;Este estado precisa voltar a investir, mas ouvindo todos os setores produtivos, sugeri ao governo Marcelo Miranda que fa&ccedil;a atrav&eacute;s das Secretarias da Fazenda e do Planejamento uma discuss&atilde;o com o setor de gr&atilde;os e carnes, o Tocantins hoje na sua balan&ccedil;a comercial exporta 98% do que produz, sendo que 81% s&atilde;o gr&atilde;os, 17% carnes e 2% produtos industrializados ou agroindustrializados, sugiro que comecemos a discuss&atilde;o pelo setor produtivo de gr&atilde;os para saber quais s&atilde;o as demandas desse setor, onde h&aacute; necessidade de mais investimento, se esses investimentos v&atilde;o retribuir em que de empregos &agrave; sociedade, se v&atilde;o aumentar a capacidade fiscal e tribut&aacute;ria arrecadadora do estado, explicou.<br />
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O deputado tamb&eacute;m alertou para que seja revista a pol&iacute;tica das desonera&ccedil;&otilde;es fiscais vigentes. &ldquo;<em>Precisamos conversar com cada setor, pois &eacute; o setor produtivo/privado que garante o desenvolvimento de um estado, a m&aacute;quina p&uacute;blica &eacute; para dar o ordenamento e ser o aparelho indutor desse desenvolvimento</em>&rdquo;, avaliou.<br />
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Ainda na ocasi&atilde;o o deputado falou sobre a necessidade de uma reforma fiscal &nbsp;j&aacute; que a m&aacute;quina estatal chegou ao limite. <em>&quot;Estamos beirando 50% da receita corrente l&iacute;quida com gasto de pessoal&rdquo;</em>, apontou.</span><br />
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<span style="font-size:14px;"><u><strong>Greve</strong></u><br />
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Paulo Mour&atilde;o prop&ocirc;s um debate entre a classe educadora, deputados estaduais e o governo a fim de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o para a greve dos professores.</span><br />
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