A força da máquina e da caneta na eleição suplementar ao Governo do Tocantins

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Palácio Araguaia, sede do Governo do Tocantins

Alberto Rocha //Opinião

Não se pode negar o óbvio: máquina é máquina. Além disso, junto com máquina, tem a caneta mágica que toma as decisões.

Nas eleições suplementares do Tocantins a força da máquina já começou a surtir efeito.  Bastou o governador interino e também candidato ao Palácio Araguaia, Mauro Carlesse (PHS) começar a se movimentar para que os demais candidatos a governador começassem a ligar as antenas. E isso tem uma explicação simples: Carlesse tem a máquina administrativa na mão e está livre também para realizar as ações de governo e continuar tocando sua campanha eleitoral.

É claro que isso beneficia diretamente o governador interino, que corre atrás da bênção do eleitor. Enquanto Carlesse ganha terreno com a máquina na mão, os outros candidatos podem ficar no prejuízo, pois, quem tem a máquina é mais visto, e aparenta ter mais força junto ao eleitor, que está demonstrando pouco interesse  por essa eleição que já está bem aí batendo na porta.

Alberto Rocha é jornalista.

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