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Apenas Gaguim, Halum e Dorinha definem posição sobre impeachment; outros estão “em cima do muro”

Redação AF -
Foto: Montagem Jornal do Tocantins
Maioria dos deputados do Tocantins ainda não definiram posição sobre impeachment

Dos oito deputados federais que integram a bancada do Tocantins na Câmara, Carlos Henrique Gaguim (PTN), César Halum (PRB) e Professora Dorinha (DEM) foram os únicos a se posicionarem. Os três se manifestaram favoráveis ao processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e defendeu que ela perca o seu mandato.

Já os parlamentares Lázaro Botelho (PP) e Vicentinho Júnior (PR) informaram que ainda estão analisando a situação. Dulce Miranda (PMDB), esposa do governador Marcelo Miranda (PMDB), Josi Nunes (PMDB) e Irajá Abreu (PSD) adotaram a estratégia do silêncio e não falam sobre o assunto.

Por meio de nota, Gaguim justifica que ao considerar a situação econômica e política do Brasil e a opinião dos internautas em enquete que fez nas redes sociais definiu por apoiar o processo contra a presidente. “Declaro pelo Tocantins, pelo Brasil que voto SIM pelo impeachment”, diz trecho da nota. A deputada Dorinha mantém a posição favorável ao impeachment, podendo mudar de posição caso a comissão especial do impeachment apresente dados novos que isentem a presidente Dilma.

O deputado Halum argumenta que entre os motivos que o levam a defender o impeachment estão as graves denúncias de corrupção envolvendo o governo e a dificuldade da presidente Dilma em “formular um projeto político e econômico capaz de conter a crise instalada”. “O Brasil não passa por bons momentos, de longe esse seria o melhor caminho para os nossos problemas, mas uso essa minha decisão como uma esperança de dias melhores”, diz trecho da nota enviada pelo parlamentar.

Sem posição

Mais cautelosos, ou “em cima do muro”, Botelho e Vicentinho Júnior preferem ver o desenrolar da situação para depois definirem uma posição. A assessoria de Vicentinho Júnior informou que ele não está emitindo opinião e que está avaliando o cenário político.

Botelho considera temerário alguém definir uma posição agora, sem analisar todos os aspectos do processo. Sua assessoria informou que ele defende para o momento serenidade e responsabilidade para tomar uma decisão. Botelho ainda pontua que irá avaliar cuidadosamente os argumentos da defesa e da acusação, para só depois decidir o seu voto.

Com informações do Jornal do Tocantins.

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