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Apenas três frigoríficos do Tocantins conseguem se habilitar para exportar carnes para Arábia Saudita

Redação AF - |
Foto: Divulgação
Os frigoríficos foram Minerva (Araguaína), Cooperfrigu (Gurupi) e Plena (Paraíso)

Apenas três frigoríficos do Tocantins conseguiram se habilitar para a exportação de carne para a Arábia Saudita em um ano. São eles: Minerva (Araguaína), Cooperfrigu (Gurupi) e Plena (Paraíso).

Para o presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes Bovinas, Suínas, Peixes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarnes), Oswaldo Stival, os frigoríficos do Tocantins buscam outros mercados. Porém, esbarram num problema: muitos países exigem que para habilitar uma planta frigorífica, o Estado deve ter habilitação na União Europeia, o que falta ainda para o Tocantins.

Gestão Kátia Abreu

Com a habilitação de mais 17 plantas frigoríficas do Brasil autorizadas a comercializar carne para a China, a gestão Kátia Abreu no Ministério da Agricultura já soma um total de mais de 150 novas habilitações de abertura (ou reabertura) de mercados para frigoríficos e estabelecimentos semelhantes brasileiros para vender carne bovina, carne de frango, carne suína e derivados de carnes a outros países.

Uma das bandeiras da senadora eleita pelo Tocantins e licenciada para exercer o cargo na gestão Dilma Rousseff, a abertura de mercado foi uma das principais conquistas do governo brasileiro, aquecendo a economia e fortalecendo o setor produtivo do país.

Nem mesmo na mais recente negociação, anunciada na última quinta-feira (04), há unidades tocantinenses habilitadas. Conforme o Mapa, com as 17 novas plantas, o Brasil passa a ter 65 autorizadas a exportar carne para a China. Desses, 38 são de aves, 16 de bovinos e 11 de suínos. As novas habilitações de frigoríficos bovinos são de São Paulo (3) e Minas Gerais (2). De aves estão localizadas no Paraná (3), Rio Grande do Sul (2), Minas Gerais (2) e São Paulo (1). E de suínos são do Rio Grande do Sul (2) e Santa Catarina (2).

Assim, apesar de a conquista desses três frigoríficos, o Tocantins, que tem o agronegócio como sua atividade principal não conseguiu trazer muito mais dividendos com a as habilitações conquistadas pelo governo federal. Diferente de alguns produtos agrícolas, exportados quase que em estado bruto após a colheita, a carne passa pela indústria de abate e frigorífica, o que gera emprego e renda dentro do país, movimentando a economia.

(Norte Agropecuário)

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