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César Halum defende troca no comando da PM em Araguaína para impor respeito à bandidagem

Agnaldo Araujo - | - 766 views
Foto: Facebook
Deputado defende troca do comando da PM em Araguaína

Em meio à crescente onda de violência em Araguaína (TO), o deputado federal César Halum (PRB) defendeu publicamente a troca do comando do 2° Batalhão da Polícia Militar na cidade. Halum esteve pessoalmente no Comando Geral da Polícia Militar do Tocantins, em Palmas, nesta terça-feira (19/07), com o comandante-geral, Coronel Glauber de Oliveira.

Atualmente, o 2° BPM é comandado pela tenente-coronel Patrícia Murussi Leite e foi o primeiro do Estado a ter uma mulher na direção. Ela assumiu em janeiro de 2015, após a posse do governador Marcelo Miranda. Patrícia assumiu no lugar do tenente-coronel Júlio Manoel da Silva Neto, que conquistou a confiança da população com ações enérgicas no combate à criminalidade.

Para Halum, a troca de comando serviria para reconquistar a confiança da população e impor respeito à bandidagem, porém, nada contra o fato de ser uma mulher, adiantou o deputado.

Apenas nos sete primeiros meses de 2016 já foram registrados 54 homicídios em Araguaína. Nesta segunda-feira (18/07) um assaltante tirou a vida do gerente das lojas Liliani, Adriano Monteiro, de 29 anos. Ele chegou a se ajoelhar, levantar as mãos e implorar pela vida, mas o bandido efetuou um disparo que acertou a vítima no peito.

Troca de comando

A troca de comando da PM de Araguaína já foi objeto de várias reivindicações de associações e da sociedade civil organizada. Já houve até abaixo-assinado pedindo o retorno do tenente-coronel Silva Neto, porém o apelo foi ignorado pelo governador Marcelo Miranda.

Revolta geral

A revolta e insatisfação é geral. O advogado Renato Ferraz fez um desabafo e cobrou o aumento do efeito policial na cidade, bem como o andamento dos concursos públicos que estão paralisados há cerca de dois anos.

“Quantos mais precisarão morrer em Araguaína (e no Brasil) para que tomem providência? Alô governo do Estado, vamos nomear os aprovados da Polícia Civil, da Defesa Social, tirar os policiais emprestados/cedidos ao Judiciário, à Assembléia e a todos os órgãos que desfrutam de seguranças de luxo. Vamos reduzir o horário de atendimento administrativo nos batalhões e colocar esses policiais na rua? Vamos lançar o edital da PM TO?! É pedir muito? Deve ser né?!”, cobrou o advogado.

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