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Contador de Piraquê nega participação em supostas ilegalidades citadas pela PF

Agnaldo Araujo - | - 693 views
Foto: Divulgação
Contador Wanderson

Desrespeito ao profissional contábil da área pública”, disse o contador da Prefeitura de Piraquê, Wanderson José Lopes Ferreira. Ele foi conduzido para depor durante a Operação Vicinális da Polícia Federal, deflagrada no dia 28 de setembro. Policiais federais cumpriram 12 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de condução coercitiva. O prefeito da cidade, Eduardo Sobrinho (PMDB), também foi interrogado.

As investigações apuram um possível esquema de desvios de recursos públicos do Tesouro Estadual na execução de obras em estradas do município, no valor de R$ 108 mil. Segundo a PF, a licitação foi direcionada a uma empresa que possuía apenas dois funcionários e nenhuma máquina. Além disso, a mesma recebeu pagamento adiantado correspondente a 92% do contrato.

Wanderson frisou que não tem nenhum envolvimento nas supostas irregularidades e acrescentou que “contador não realiza procedimento licitatório” e muito menos outra atividade que não seja de atribuição da atividade contábil.

“O que está havendo é um desrespeito ao profissional contábil da área pública, sem representatividade da classe. Quem fiscaliza obra é engenheiro e quem realiza procedimento licitatório e pregoeiro e presidente de comissão, o que devem ter formação e capacidade técnica para isso, e não o contador da área pública”, pontuou.

Wanderson ainda reforçou que o profissional contador só registra fatos já ocorridos e que ele nunca teve vínculo com atividades licitatórias em nenhum município. “O que está ocorrendo é uma desvalorização e criminalização da profissão”, finalizou.

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