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Delegado Rérisson Macedo assume investigação sobre desaparecimento de estudante

Agnaldo Araujo - |
Foto: Fernando Almeida/AN
Delegado Rérisson Macedo conduz investigação do caso.

Márcia Costa//AF Notícias

A Polícia Civil está investigando o desaparecimento do estudante de Educação Física, Fabrício Martins, de 24 anos, em Araguaína (TO). O jovem desapareceu misteriosamente na noite do último dia 19, quando saiu de motocicleta de sua residência no setor Jardim das Flores. Familiares afirmaram que Fabrício é “tranquilo, trabalhador e não tinha vícios”.

Colegas e parentes acionaram o Ministério Público Estadual e também fizeram uma manifestação na última terça (23) em frente ao Complexo de Delegacias, onde cobraram agilidade e mais empenho nas investigações. A moto do jovem foi encontrada no dia seguinte abandonada no Setor Jardim Paulista.

Por meio de portaria especial, o secretário de Segurança Pública (SSP), César Simoni, designou o delegado José Rérisson Macedo para assumir a investigação. Rérisson não quis dar detalhes do caso para não atrapalhar os trabalhos investigativos.

A irmã de Fabrício, Isabela Teixeira, afirmou que está confiante. “Agora sim estou confiante no trabalho da polícia e estou confiando em Deus para obter as respostas que a nossa família precisa”, disse.

Casos já solucionados pelo Delegado Rérisson Macedo

O delegado Rérisson Macedo carrega em seu currículo investigação de vários crimes bárbaros de grande repercussão que foram solucionados rapidamente. Em 2013, desvendou a execução de um casal de empresários numa chácara no município de Wanderlândia. Os corpos das vítimas estavam enterrados e o crime foi desvendado duas semanas depois. O delegado prendeu o caseiro e sua companheira em João Lisboa (MA). Eles confessaram o duplo homicídio e foram condenados.

Outro crime solucionado, em 2016, pelo delegado foi o caso da cabeleireira Edilene Oliveira, de 30 anos, assassinada pelo ex-marido, Aldenir Alves Teixeira. Após tirar a vida da mulher com um “mata-leão”, o homem enterrou o corpo numa vala e ainda denunciou à polícia o desaparecimento e forjou um bilhete de despedida.

Mais um caso de repercussão foi o da pedagoga Mauricele Saraiva Cunha Barros, morta depois de ser vítima de um falso sequestro, em 2007. O corpo da pedagoga foi encontrado amarrado dentro do porta-malas de seu próprio carro, com tiro na cabeça, a poucos quilômetros de Wanderlândia. Com as investigações, o delegado chegou ao pai de santo Reinaldo Resplandes Sobrinho, o pintor Welson Ivone Alves da Silva e o operador de máquinas Gildemar da Silva Guimarães, que tinham sido contratados pelo sogro, a sogra e a cunhada da vítima para cometer o crime.

Também desvendou a morte da professora Carmelita, no Setor Noroeste, em 2007. Na época, o marido João Hosnar Alencar Carvalho afirmou à polícia que um motoqueiro tentou assaltá-los e teria disparado contra sua esposa. Contudo, após investigações, João passou a ser o principal suspeito e foi condenado pelo crime.

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